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Economia Quinta-feira, 27 de Novembro de 2008, 18:14 - A | A

Quinta-feira, 27 de Novembro de 2008, 18h:14 - A | A

Petrobras quer fazer captações de recursos para investimento

Da Redação (JG)

A Petrobras divulgou nota hoje (27) informando que seu Plano de Negócios 2008-2012 prevê investimentos de US$ 112,4 bilhões, com uma média anual de US$ 22,5 bilhões, e que para tanto há necessidade de captações médias anuais de US$ 4,0 bilhões.

“É importante ressaltar que as captações efetuadas fazem parte do curso normal das atividades da Companhia, que apresenta hoje baixos níveis de alavancagem financeira, permitindo aumento de captações sem comprometer a estrutura ótima de capital e a financiabilidade de seus projetos”, diz a nota.

A estatal informa, ainda, que seus investimentos vêm aumentando fortemente diante da extensa carteira de projetos e das perspectivas de crescimento. Até setembro, segundo a Petrobras, foram investidos US$ 20,2 bilhões, o que significa um crescimento de 32% (em dólar) em relação ao mesmo período do ano anterior.

A divulgação da nota foi feita, segundo a própria estatal, para esclarecer “matérias publicadas na imprensa hoje, dia 27/11, sobre a situação financeira da Petrobras”. As matérias atribuem à Petrobras a contratação de empréstimos no valor de R$ 2,02 bilhões junto à Caixa Econômica Federal.

“No curso de suas atividades operacionais e financeiras, a Petrobras sempre acessa os mercados de capitais e bancários nacionais e internacionais. A Companhia sempre analisa todas as alternativas de financiamento, buscando sempre as opções mais adequadas ao perfil de sua dívida, seja na parte de custos como nos prazos", diz a estatal em seu comunicado.

Em virtude das condições atuais do mercado financeiro internacional e a solidez do Sistema Financeiro Nacional, as companhias brasileiras, incluindo a Petrobras, vêm utilizando com maior freqüência o mercado doméstico para suprir suas necessidades normais de financiamentos. Além disso, a evolução do câmbio propicia melhores condições para captações no mercado interno, diminuindo a exposição da empresa a dívidas em dólar”. (Agência Brasil)

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