Com o aumento dos casos de obesidade e da circulação irregular de canetas emagrecedoras na fronteira, a SES alerta para os riscos do uso de medicamentos clandestinos.
A Cvisa destaca que produtos manipulados ou importados sem registro podem conter impurezas e bactérias, oferecendo risco grave. O farmacêutico Alexandre Tutes afirma que “essas canetas de medicamentos importados sem registro na Anvisa não têm qualquer garantia de eficácia e segurança”.
A obesidade é uma das condições mais acompanhadas pela Atenção Primária no Estado e está relacionada a doenças crônicas como diabetes e hipertensão. Dados do SISVAN indicam que apenas 25,94% da população avaliada em MS possui IMC adequado.
A SES reforça que o tratamento deve ser conduzido por profissionais habilitados e seguindo diretrizes clínicas reconhecidas, com foco em alimentação saudável, prevenção e cuidado estruturado.
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