As fortes chuvas registradas nas últimas 48 horas provocaram estragos em cidades do interior de Mato Grosso do Sul. Aral Moreira teve o maior volume, com 92,6 milímetros, enquanto Laguna Carapã registrou 50,6 milímetros. Também houve tempestades de granizo em Antônio João e no distrito de Pana.
As condições do tempo foram influenciadas pela frente fria associada a um ciclone-bomba. Embora o fenômeno não tenha passado pelo Estado, seus efeitos provocaram temporais, principalmente em municípios do interior.
Em Aral Moreira, a prefeita Elaine Soligo (MDB) informou que houve destelhamentos e danos em estradas rurais, mas sem registros de vítimas. "A gente teve estragos pontuais, nada que tenha atingido uma grande população. Teve bastante estrago nas estradas rurais, porque ontem (6) teve 90 milímetros de chuva aqui, no início da manhã", afirmou.
Segundo a prefeita, o maior prejuízo foi registrado na retomada indígena Guaiviri, onde equipes da Defesa Civil fizeram o levantamento dos danos. "Parece que lá foi o prejuízo maior, mas nada de vítima, ninguém machucado. Até onde eu sei, só dano material", disse.
Em Laguna Carapã, o prefeito Itamar Bilibio (MDB) informou que o temporal provocou queda de árvores e destelhamentos. Apesar dos danos, ele destacou que não houve ocorrências graves no município.
Com 50,6 milímetros de chuva, Laguna Carapã teve o quarto maior acumulado do Estado, atrás de Aral Moreira (92,6 mm), Itaquiraí (60,8 mm) e Amambai (50,8 mm). As autoridades seguem monitorando a situação e os danos causados pelas chuvas.
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