O Centro Regional de Saúde (CRS) 24 horas do Guanandi passará por um reforma básica nos próximos dias, para melhorar o atendimento à população. No prazo aproximado de seis meses, o CRS será fechado e sua estrutura, incluindo servidores, será transferida para a UPA (Unidade de Pronto Atendimento) do Jardim Leblon, que está em fase final de construção. O anúncio foi feito pelo prefeito Gilmar Olarte, na manhã desta quinta-feira (8), em vistoria à unidade 24 horas, dentro da programação de visitas, que o chefe do executivo iniciou nesta semana, como parte da reestruturação e organização dos trabalhos do sistema de saúde da Capital. No local onde funciona hoje o CRS, será montado um CAPS (Centro de Atendimento Psicosocial).
“Viemos ver a qualidade, os insumos e problemas de imediato. Nas vistorias que passamos a fazer, é para vermos a situação in loco e acelerar processos. Como, por exemplo, chegamos aqui hoje e o raio x estragou ontem. Já mandamos mexer e será resolvido rápido. Quanto à estrutura maior, vamos fazer de imediato um paliativo nesta unidade para melhorar o atendimento estrutural e de recursos humanos. Faremos uma manutenção básica, pois não teremos uma reforma neste local que vamos transferir, em no máximo seis meses, para a nova UPA, logo ali no Jardim Leblon. Projetamos este prazo máximo para abertura da unidade, com maior infraestrutura, atendimentos e funcionários num só local”, disse o prefeito.
A UPA do Leblon terá 1760 metros de área construída, de acordo com a assessoria de imprensa da prefeitura com 22 leitos para enfermaria, 12 leitos de observação e seis de emergência. A construção começou em 2012, com recursos de R$ 4,2 milhões, sendo R$ 2 milhões do Ministério da Saúde e 2,2 milhões de verbas da Prefeitura. A unidade, mini hospital, tem que ter obrigatoriamente, médicos pediatra e clinico geral.
Gilmar Olarte, acompanhado do secretário municipal da Saúde, Jamal Salém e gerentes da Sesau (Secretaria Municipal de Saúde), conversaram com os servidores e os cidadãos que buscavam atendimento no local. Durante o bate-papo, o prefeito recebeu algumas reclamações e repassou o que pode ser feito no momento. “Este paliativo, que já citamos, é para melhorar mesmo em poucos dias. Faltam alguns equipamentos, tem que locar rápido para um mês, pois a licitação está fechando, mas deve sair no fim de fevereiro. Vamos mexer nos recursos humanos que faltam nesta unidade, fazermos uma melhor organização/distribuição. Além de rever algumas coisas mínimas, mas que fazem uma grande diferença, como este ambiente triste que vemos aqui. Vamos limpar esta fachada, ambiente de espera tem que ser melhorado para ser claro, iluminado, com cores e ventilação. Isto já muda a situação das pessoas que aqui vem com algum problema”, avaliou o prefeito.
Terceira vistoria
Para o secretário municipal de Saúde, Jamal Salém, as vistorias têm o lado positivo que é o ajuste nos trabalhos da saúde. “Criamos o cargo de supervisor que, diariamente, fará o acompanhamento dos trabalhos em todos os setores das UPAs. Estamos fazendo o possível para prestar um bom atendimento médico à população campo-grandense”, assegurou. Como parte da reestruturação e organização nos trabalhos da saúde, na Capital, o prefeito Gilmar Olarte, vistoriou na segunda-feira (5) e foi, pela segunda vez ontem, ver os trabalhos na UPA do bairro Coronel Antonino. A reunião de hoje foi também foi acompanhada pelo secretário-adjunto Gilmar Trevissan, pela ouvidora-geral, Jacqueline Hildebrand Romero, o assessor especial da Segov, Cézar Afonso; pela gerente do Centro Municipal Pediátrico, Renata Guedes Alves; médicos e gerentes de saúde.
