A expectativa de Ademar é que quando essa decisão por parte da União Européia chegar ao Brasil, Mato Grosso do Sul esteja apto a exportar. “Esperamos para fim de maio, uma decisão da OIE [Escritório Internacional de Epizootias] quanto ao fim das restrições à exportação de carne bovina brasileira”, apontou.
Conforme Ademar, também foi abordado pelos parlamentares brasileiros a indignação quanto às notícias divulgada por jornalistas irlandeses sobre a pecuária brasileira. “Estas reuniões serviram para estreitar relações, além de mostrar o que vem sendo feito em relação à sanidade animal”, detalhou Ademar.
Rastreabilidade
Sobre a rastreabilidade, o presidente da FAMASUL informou que as exigências européias são apenas as quarentenas para os animais das zonas habilitadas e 90 dias para as zonas inabilitadas. “Eles colocaram que não existem outras exigências, ou seja, esse rigor da rastreabilidade individual não é uma exigência da União Européia”.
O presidente da FAMASUL colocou que três documentos já apontam a origem dos animais: a Guia de Trânsito Animal (GTA), a marca a fogo (registrada) e a nota fiscal. “A rastreabilidade seria em dois processos, uma, do produtor ao frigorífico, onde já é possível confirmar a origem do animal, e do frigorífico para o varejo”, defendeu Ademar.
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