Para o presidente da Famasul, essa aproximação é importante para que os parlamentares conheçam a realidade brasileira. Apesar de não ter visitas agendadas às fazendas de Mato Grosso do Sul, Ademar acredita que a reunião possa melhorar as relações econômicas entre os dois países. “Temos a expectativa que, com essa visita, os parlamentares verifiquem que os produtores brasileiros estão preocupados com a segurança alimentar e cumprindo a responsabilidade em relação à sanidade animal”, destacou.
Na segunda-feira, na CNA, liderada pelo deputado Neil Parish, presidente da Comissão de Agricultura e Desenvolvimento Rural do Parlamento Europeu, a comitiva da UE foi questionada por representantes dos produtores rurais durante a reunião. As críticas feitas à sanidade animal no Brasil, apesar das ocorrências de aftosa e da doença da vaca louca na UE, e a possível motivação econômica dos obstáculos impostos à importação de carne brasileira foram questões apresentadas pelo presidente do Fórum Nacional Permanente de Pecuária de Corte da CNA, Antenor Nogueira.
Segundo Parish, o sistema de rastreabilidade europeu foi criado para evitar a reincidência de doenças e o governo não dá apoios individuais aos produtores do bloco. Para ele, a única exigência é que a carne brasileira respeite as regras européias.
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