Integrantes da cadeia produtiva do trigo estão insatisfeitos com as medidas adotadas pelo governo para apoiar o setor. Por causa do excesso de chuvas, das seis milhões de toneladas previstas, apenas três milhões devem ser colhidas.
Para garantir a compra do produto nacional e a renda do agricultor, o governo tomou algumas medidas. A primeira foi aumentar o preço mínimo que atualmente está em US$ 530 a tonelada, gerando reclamações por parte da indústria, que alega que o valor está acima do praticado no mercado, algo que o próprio governo reconhece.
Para cobrir essa diferença, o governo decidiu realizar leilões de Prêmio de Escoamento de Produto (PEP). No primeiro, realizado nesta quinta (29) pela Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), das 182 mil toneladas ofertadas, 136 mil foram arrematadas. A idéia é fazer um leilão por semana.
Representantes do setor se reuniram em um congresso internacional em São Paulo e comentaram a ação do governo. Segundo eles, as medidas apenas remediam, mas não resolvem o problema. Uma alternativa apontada pelos especialistas seria um grande acordo, onde todos os elos da cadeia: moinhos, agricultores, e governo teriam que ceder um pouco. (com informações do Canal Rural)
Por: Nadia Nadalon-estagiária (www.capitalnews.com.br)
• • • • •
• Junte-se à comunidade Capital News!
Acompanhe também nas redes sociais e receba as principais notícias do MS onde estiver.
• • • • •
• Participe do jornalismo cidadão do Capital News!
Pelo Reportar News, você pode enviar sugestões, fotos, vídeos e reclamações que ajudem a melhorar nossa cidade e nosso estado.


