A comissão científica da Organização Mundial de Saúde Animal (OIE) reconheceu no dia 27 de maio Mato Grosso do Sul, outros 13 estados e o Distrito Federal como áreas livres da peste suína clássica. O Ministério da Agricultura havia pedido em fevereiro para ampliar o status para as 15 unidades federativas.
Anteriormente, apenas Rio Grande do Sul e Santa Catarina tinham o certificado de zona livre da peste suína clássica. Desde 2015, a peste suína passou a fazer parte da lista de doenças de reconhecimento oficial da organização, juntamente com febre aftosa e outras doenças, e desde então, o reconhecimento é obtido através de certificação da OIE.
A doença, causada por um vírus, é altamente contagiosa e tem notificação compulsória para a OIE. Provoca febre alta, manchas avermelhadas pelo corpo, paralisia nas patas traseiras, dificuldades respiratórias e pode levar à morte do animal.
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