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Política Segunda-feira, 07 de Outubro de 2013, 14:43 - A | A

Segunda-feira, 07 de Outubro de 2013, 14h:43 - A | A

Troca-troca partidário segue a pingar esta semana

Denis Matos - (www.capitalnews.com.br)

Os quadros dos partidos novos e velhos em MS mudou neste final de semana, com filiações daqui e de lá, mexendo no tabuleiro do xadrez político. Enquanto nomes governistas foram para siglas emergentes, outros pularam em siglas novas.

Tal qual a jabuticaba, fruta que só existe no Brasil, a bizarrice de existir mais de 30 partidos é exclusividade tupiniquim. Neste final de semana, os novatos PROS (criado por empresário e com apoio de ministros de Dilma Rousseff) e Solidariedade (criado pelo sindicalista Paulinho da Força, vindo da Força Sindical e emprestando o nome do lendário partido polonês) receberam políticos com mandatos. Os deputados estaduais Lauro Davi e Osvane Ramos reforçam o PROS; já os vereadores Herculano Borges (licenciado para ocupar secretaria estadual da Juventude) e Elizeu Dionísio aportaram no Solidariedade.

Davi e Ramos mudaram de sigla para ficar próximos ao senador Delcídio do Amaral (PT), pré-candidato do PT ao governo, já Borges e Dionizio querem proximidade do PMDB, já que seu antigo partido, PSL, também deve ficar com Delcídio.

Com a aplicação da Fidelidade Partidária, a criação de partidos é a desculpa ideal para políticos pularem de galho em galho. Quando se ingressa em um partido novo, não se pode ter o mandato cassado por infidelidade.

O secretário de obras e deputado federal licenciado Edson Giroto assina hoje à tarde seu retorno ao PR de lutas. Ele foi eleito por este partido, em acordo firmado por seu guru e líder, André Puccinelli, deixou para disputar (e perder) as eleições de 2012 e agora volta para os republicanos.

Os ex-vereadores Clemêncio Ribeiro (era do PMDB) e Cristóvão Silveira (era do PSDB) assinaram suas fichas no PP (feudo do prefeito Alcides Bernal) e PSB (Nova força política, que deve ter candidato a presidente e que no MS ficou nas mãos de andrezistas), respectivamente.

Já o deputado estadual George Takimoto decidiu sair do PSL e ir direto para o PDT, mesmo passando pelo atrito de ter a perda do mandato, que pode ser pedido pelo seu antigo partido.

Há muitas siglas partidárias no Brasil e esse número excessivo não é útil para o País. Aqui, os partidos perderam questões de ideologia ou coisa parecida.
 

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