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Política Sexta-feira, 19 de Setembro de 2014, 15:58 - A | A

Sexta-feira, 19 de Setembro de 2014, 15h:58 - A | A

TRE-MS nega pedido do PT para impugnação da candidatura de Reinaldo Azambuja

Samira Ayub - Capital News (www.capitalnews.com.br)

O pedido de impugnação da candidatura de Reinaldo Azambuja (PSDB) que concorre à sucessão estadual foi negado nesta sexta-feira (19) pelo TRE-MS (Tribunal Regional Eleitoral). Proposto pela coligação MS com a Força de Todos, o pedido denunciava esquema de compra de votos em troca de apoio político e utilização de “caixa 2” em campanha. A Justiça Eleitoral entendeu que as informações não têm comprovação.

O juiz auxiliar Divoncir Schneirer Maran, relator do pedido, argumentou que o pedido foi interposto fora do prazo legal e que somente poderia ser apreciado após a prestação de contas de cada postulante, ou seja, após o segundo turno das eleições.

“O Poder Judiciário não aceitou dar guarida a uma ação claramente eleitoreira e baixa, que só tem como objetivo confundir e enganar a população. Reafirmo que a nossa campanha continuará seguindo o caminho da verdade”, afirmou o candidato tucano, que cobrou hombridade de seus adversários.

Reinaldo disse, ainda, que o pedido da coligação encabeçada pelo candidato petista Delcídio do Amaral foi baseado em informações que estão sendo divulgadas e que já estão sendo alvo de pedido de direito de resposta. Segundo Azambuja, não houve nenhuma apreensão de recursos feita pela Polícia Federal.

Por meio de sua assessoria, o candidato afirmou que todos os recursos da campanha atendem a legitimidade e legalidade do processo eleitoral e, que os mesmos podem ser transportados, conforme o artigo 31, parágrafos 5º e 6º, da Resolução 23.406 do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) que prevê o saque para custear despesas rotativas em espécie até o limite de R$ 100 mil ou 2% do total de gastos, com a manutenção da documentação comprobatória para prestação de contas posterior.

O candidato lembrou que o pedido formal e suprapartidário para apurar as denúncias sobre o suposto envolvimento de Delcídio do Amaral no caso da Petrobras continua tramitando no Ministério Público Federal (MPF). “A gente desafia o Delcídio a dizer, em público, se está sendo investigado pela Polícia Federal em um processo aberto pelo Ministério Público Federal e autorizado pelo Supremo Tribunal Federal. Ele tem que falar se isso existe ou não existe, afinal, ele é um candidato e é um homem público”, disse o presidente estadual do PPS, Athayde Nery, que participou do ato contra a corrupção na quarta-feira (17), em Campo Grande.
 

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