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Conforme Mochi, dificuldades com ajuste fiscal continuam em 2017
Na avaliação do presidente da Assembleia Legislativa de MS, Junior Mochi (PMDB), 2017 não será um ano fácil. Nesta quinta-feira (2), a Casa de Leis retoma os trabalhos com a sessão solene de abertura, que terá a presença do governador Reinaldo Azambuja (PSDB).
Conforme a assessoria do deputado, na quarta-feira (1º) – dia do retorno das atividades administrativas na Casa – ele comentou que o ano passado foi marcado por recessão econômica e pelo impeachment da ex-presidente Dilma Rousseff (PT), entre outras situações que repercutiram localmente.
“Foram circunstâncias externas que chegaram até aqui e sabemos que 2017 não será um ano fácil, porque ainda continuamos com dificuldades com relação ao ajuste fiscal, nos governos federal e estadual, e vamos ter que discutir esses temas aqui”, disse.
Mochi disse que neste ano, haverá uma nova reforma administrativa na Casa, com redução do número de comissionados, realocação dos servidores e eficiência em todos os setores com planos de metas.
Outra novidade é a implantação do ponto digital para monitorar a presença dos servidores comissionados e efetivos do Legislativo. “Por meio do Ato 107/2015, já havíamos instituído o controle nominal de frequência dos funcionários da instituição Assembleia Legislativa, por meio de livro ponto, e o digital já estava previsto, de forma a garantir efetividade no cumprimento de jornada”, afirmou.
Ainda de acordo com a assessoria, a ALMS realizou o processo de contratação da empresa para implantação do ponto sem licitação, já que o valor custou R$ 6.680,00 aos cofres públicos. Conforme previsto em lei, a dispensa de licitação deve ocorrer em valores abaixo de R$ 8 mil.


