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Política Sábado, 27 de Agosto de 2022, 10:52 - A | A

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Eleições 2022

Riedel promete foco na redução do déficit habitacional na Capital

O candidato elencou o setor como prioridade

Iury de Oliveira
Capital News

Assessoria

Riedel promete foco na redução do déficit habitacional na Capital

Eduardo Riedel durante a campanha

O candidato ao governo do Mato Grosso do Sul, Eduardo Riedel (PSDB) apontou  suas estratégias para o setor da habitação e relembrou ações que capitaneou para amenizar o déficit habitacional na capital

 

“Habitação é um tema que deve ser abordado com realismo e responsabilidade. Temos que ser muito honestos. Habitação é a mobilização de recursos federais, estaduais e municipais. Se unificarmos as três fontes e todos tiverem este ponto como prioridade, vamos conseguir sanear este déficit. Vamos fazer isso em Campo Grande nos próximos anos”, afirmou Riedel.

 

Quando coordenou as equipes de Governo e de Infraestrutura em MAS, cinco mil famílias campo-grandenses conquistaram a casa própria. Foram mais de R$ 44 milhões investidos em programas habitacionais que atenderam quem mais precisa, como moradores da antiga favela Cidade de Deus, que foram retirados da região do antigo lixão e realocadas nos bairros Bom Retiro, Pedro Teruel e Canguru. Mais de 200 famílias construíram a própria casa de alvenaria em substituição aos barracos de lona.

 

“Nos últimos oito anos o Estado entregou 30 mil unidades habitacionais. Agora, é preciso ter criatividade para solucionar o problema. Temos que otimizar a construção em diferentes modalidades, temos que ser criativos. O lote urbanizado, por exemplo, foi uma modalidade que fugiu ao financiamento do Governo Federal, e é um programa muito exitoso, onde prefeituras doam o terreno, o estado compra o material e as pessoas constroem. É uma forma de irmos sanando este déficit que existe no estado e no Brasil”, diz Riedel.

 

Ele afirma que também vai incentivar a ação da iniciativa privada neste setor. “Vamos apoiar os investimentos privados, a construção civil, que ajuda a sanar este déficit em outra faixa de renda. A questão deve ser encarada sem demagogia. Tem que ser prioridade de governo, tem que ter fonte orçamentária para que possamos ter capacidade de investir. Para isso, o governo tem que estar saneado”, avisou.

 

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