Deurico/Arquivo Capital News
Reinaldo Azambuja (PSDB) completa 22 meses à frente do Executivo Estadual.
O governador Reinaldo Azambuja (PSDB) avalia um novo enxugamento da máquina administrativa, para redimensionar a estrutura do Estado e garantir a manutenção do equilíbrio fiscal.
Apesar das dificuldades, o governo conseguiu desenvolver ações nas áreas prioritárias. Segundo o governador, quase 100% das obras inacabadas foram concluídas nos 22 meses de gestão e 75% das ações planejadas foram executadas dentro do prazo.
O equilíbrio das contas é atribuído à reforma de janeiro de 2015, que reduziu o tamanho da máquina e cortou em 20% os gastos com o custeio da máquina. O quadro de funcionários comissionados teve corte também de 20%.
“As mudanças que estamos estudando não são bem uma reforma. A verdade é que o Estado tem que caber numa estrutura que o governo possa suportar. E não podemos onerar mais o cidadão, pelo contrário, vamos ter que começar a pensar em desoneração, diminuição da carga tributária”, diz o governador.
Em um cenário de crise e retração da economia, segundo o governador, a saída passa pela criatividade, tecnologia e inovação. Reinaldo cita, por exemplo, o lançamento de dois projetos habitacionais em razão dos cortes no programa federal Minha Casa, Minha Vida. O Estado vai destinar recursos e fazer parcerias com os municípios para executar os projetos “Cheque Moradia” e “Lote Urbanizado”. Para o programa de saneamento básico, os investimentos serão feitos por meio de Parceria Público Privada – PPP.
Reinaldo destaca ainda o esforço que o governo tem feito para dar continuidade as mais de 200 obras inacabadas deixadas por seu antecessor.
“Concluímos quase 100% delas. Só restam o Aquário do Pantanal, uma construção complexa, e as rodovias MS 178 e MS 382, além do presídio feminino de Campo Grande, por problemas nos projetos de execução. Investimos R$ 580 milhões na conclusão das obras inacabadas”, finaliza.


