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Política Quarta-feira, 18 de Novembro de 2015, 15:47 - A | A

Quarta-feira, 18 de Novembro de 2015, 15h:47 - A | A

CPI do Cimi

Procurador será convocado novamente de forma pacífica pela CPI do Cimi

Paulo Corrêa afirma que caso seja necessário terá que ser feita de forma coercitiva

Juliana Vilas Boas
Capital News

Juliana Vilas Boas/ Capital News

Paulo Corrêa afirma que caso seja necessário terá que ser feita de forma coercitiva

Mesa diretora CIMI

O relator da CPI do Cimi (Comissão Parlamentar de Inquérito criada para investigar se o Conselho Indigenista Missionário), Paulo Corrêa  afirmou antes do inicio da sessão da Assembléia  de hoje (18), que o convite para que o procurador Marco Antônio Delfino será feito formalmente novamente, mas caso ele volte a não comparecer terá que ser de forma coercitiva.

A ausência do procurador aconteceu ontem durante a CPI que investiga se o Conselho Indigenista Missionário é culpado por financiar e incitar invasões de terras em Mato Grosso do Sul.

Corrêa disse que a CPI está sendo bem encaminhada, mas que é um longo processo porque ainda faltam 38 depoentes.

“Mas tudo é muito novo e não temos pressa em concluir, por isto creio eu que ela deve ultrapassar para 2016” disse o relator.

Para a oitiva de ontem (17) foram convocados o produtor rural Raul das Neves e o procurador Marco Antônio Delfino.

O procurador justificou sua ausência, por email dizendo que não havia recurso financeiro para custear sua ida a CPI.

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