O relator da CPI do Cimi (Comissão Parlamentar de Inquérito criada para investigar se o Conselho Indigenista Missionário), Paulo Corrêa afirmou antes do inicio da sessão da Assembléia de hoje (18), que o convite para que o procurador Marco Antônio Delfino será feito formalmente novamente, mas caso ele volte a não comparecer terá que ser de forma coercitiva.
A ausência do procurador aconteceu ontem durante a CPI que investiga se o Conselho Indigenista Missionário é culpado por financiar e incitar invasões de terras em Mato Grosso do Sul.
Corrêa disse que a CPI está sendo bem encaminhada, mas que é um longo processo porque ainda faltam 38 depoentes.
“Mas tudo é muito novo e não temos pressa em concluir, por isto creio eu que ela deve ultrapassar para 2016” disse o relator.
Para a oitiva de ontem (17) foram convocados o produtor rural Raul das Neves e o procurador Marco Antônio Delfino.
O procurador justificou sua ausência, por email dizendo que não havia recurso financeiro para custear sua ida a CPI.



