Waldemir Moka (PMDB) classifica 2011, seu primeiro ano no Senado, como um dos melhores anos de sua carreira política.
Em 10 meses de mandato, Moka foi indicado pela bancada do PMDB para ocupar a 2ª vice-presidência da Casa. No dia da votação, cerca de 20 senadores governistas e da oposição destacaram o trabalho do sul-mato-grossense.
Além da Mesa Diretora, Moka passou a integrar a ala independente do PMBD ao lado dos ex-governadores Roberto Requião (Paraná), Luiz Henrique Silveira (Santa Catarina) e Eduardo Braga (Amazonas), além do próprio Simon e Jarbas Vasconcelos (PE).
Moka também se destacou na área social. Foi relator da medida provisória que criou a segunda etapa do programa federal “Minha Casa, Minha Vida”, matéria apontada por todos como das mais importantes que tramitaram no Congresso Nacional em 2011.
O parlamentar sul-mato-grossense também ganhou visibilidade na votação da Emenda 29, que fixa percentuais mínimos para União, Estados e municípios investirem na saúde. Mesmo fazendo parte da base de apoio do Governo, Moka votou contra a proposta defendida pelo Palácio do Planalto.
O argumento de Moka é que o projeto penalizava prefeitos, governadores e sobretudo a população, livrando a União da responsabilidade de aplicar mais dinheiro no setor.
Membro da Comissão de Assuntos Sociais do Senado, Moka discutiu e a ajudou a aprovar medidas e projetos relacionados ao combate do uso de drogas, como o crack, a pessoas com deficiência e que visaram melhorar as condições de trabalho de várias categorias.
Entre os projetos apresentados por Moka e aprovados no Senado está o que criou a carreira de cuidador de idoso e o que dá benefício previdenciário por um ano as empresas que admitirem ex-dependentes químicos em fase de recuperação.
Currículo
Eleito em outubro de 2010, Moka está no seu oitavo mandado seguido – vereador em Campo Grande, deputado estadual de três mandatos e outros três como deputado federal.
Médico e professor, Moka ganhou rápida projeção no Senado por sua capacidade de diálogo e firmeza nas posições. A maioria das cadeiras na Casa é ocupada por ex-presidentes, ex-governadores, ex-prefeitos e deputados de vários mandatos. Daí a importância do espaço conquistado pelo sul-mato-grossense.
"A convivência no Senado é bem diferente. Você aprende muito. Além de parlamentares experientes, há tempo para debater temas importantes no plenário e nas comissões", explica.
(Com informações da assessoria de imprensa)
