Deputado estadual Junior Mochi pode ser reconduzido à presidência da Comissão de Constituição, Justiça e Redação (CCJR) da Assembleia Legislativa. Isso porque seu partido, o PMDB, possui dois dentre os cinco membros que compõem o grupo e não abre mão da posição. Ele já tem o apoio do correligionário Maurício Picarelli (PMDB) e – com mais parcimônia – do petista Amarildo Cruz.
Além dos três, Reinaldo Azambuja (PSDB) e Antônio Carlos Arroyo (PR) estão na Comissão. O tucano é também candidato a presidente.
Como sendo o membro com mais idade, Picarelli convocou na sessão ordinária nesta terça (23) os outros quatro membros para reunião para quarta às 8h30 para eleição do novo presidente da Comissão.
Mochi afirmou que retira seu nome de outras comissões para que sua indicação como presidente da CCJR seja de consenso. “O PMDB quer que eu fique, Vou colocar minhas indicações nas outras comissões para negociar. Acho que temos que abrir espaço para todos os partidos”, disse Mochi, à imprensa.
Além da CCJR, o PMDB indicou Mochi às Comissões de Finanças e Orçamento (suplente), de Educação, Cultura, Desporto, Ciência e Tecnologia (suplente), de Saúde e Seguridade Social: (suplente), de Serviços Públicos, Obras, Transporte, Infraestrutura e Administração (titular), de Acompanhamento da Execução Orçamentária (titular), de Turismo, Indústria e Comércio (suplente), Comissão de Legislação Participativa (suplente) e de Desenvolvimento Agrário e Assuntos Indígenas (suplente).
Como membro pelos partidos menores (aqueles com menos de três parlamentares), Antonio Carlos Arroyo diz que espera consenso. “Nós sempre chegamos a um consenso. Os dois pediram [Mochi e Azambuja]. Entre escolher um ou outro, prefiro o consenso.”
O petista Amarildo, diz que a “tendência é ficar com Mochi”. “Como membro tenho preferência. Aliás, não é uma preferência, é uma questão de como você vê o tratamento com relação aos nossos projetos. Politicamente, tem mais diferença com o PSDB.”
Por: Marcelo Eduardo – (www.capitalnews.com.br)
