A guerra das redes sociais segue a todo vapor na corrida eleitoral ao Governo de Mato Grosso do Sul, de tal forma que a disputa ao senado, se comparada, se torna um tédio eleitoral. Azambuja é quem mais apanha na internet, tendo que recorrer à justiça diariamente para solicitar remoção de perfis falsos no Facebook e Youtube.
Desta vez, o atacado foi Nelson Trad Filho e, a exemplo dos demais, teve que recorrer ao Judiciário Eleitoral para impedir a propagação de acusações no Facebook sobre um suposto conluio com vereadores nos anos de gestão frente à prefeitura de Campo Grande.
Por decisão liminar, o alvo da ação teve que retirar a acusação da rede social em duas horas, sob pena de multa de R$ 5 mil por dia de descumprimento, mais uma vez baseado no artigo 220 da Constituição Federal: “Sem dúvida que a matéria veiculada extrapola o senso crítico do comumente aceitável, transbordando do direito constitucional de livre manifestação do pensamento e de liberdade de comunicação e informação” – escreveu o juiz auxiliar Divoncir Maran.
Já em um caso paralelo, Delcídio tem sido atacado juntamente com aliados na esfera federal, referente a uma matéria da IstoÉ sobre nomes que estariam envolvidos em um suposto esquema da Petrobrás. Delcídio não precisaria pedir que a circulação da revista fosse suspensa, já que uma juíza de Fortaleza teve a iniciativa a pedido do governador do Ceará.
Já os setores jurídicos do Facebook e Youtube trabalham com força máxima para processar a chuva de processos decido ao uso inadequado de seus serviços.
