Campo Grande 00:00:00 Quinta-feira, 30 de Julho de 2026


Política Terça-feira, 24 de Janeiro de 2012, 08:49 - A | A

Terça-feira, 24 de Janeiro de 2012, 08h:49 - A | A

"Estamos preparados para as eleições deste ano", afirma o deputado Reinaldo Azambuja

Larissa Almeida - Capital News (www.capitalnews.com.br)

O deputado federal Reinaldo Azambuja (PSDB) afirmou em entrevista ao programa Tribuna Livre, da FM Capital, que é pré-candidato à prefeitura de Campo Grande pelo PSDB: “O partido está preparado para as eleições. O meu nome foi escolhido por unanimidade no diretório municipal. Eu nasci aqui, estudei aqui, e tive oportunidade de ser escolhido”.

De acordo com o deputado, o partido está fazendo uma pesquisa pelos bairros de Campo Grande para saber as reivindicações da população e buscar sugestões: “Hoje mais de 60.000 residências já foram visitadas pela nossa equipe. Queremos chegar à 170.000. Temos que conhecer os problemas locais com profundidade, por meio do programa Pensando Campo Grande”.

Com os dados da pesquisa em mãos, Azambuja explicou que vai planejar um programa de trabalho, conforme a demanda da população: “Temos que planejar Campo Grande para o futuro, daqui a pouco teremos um milhão de habitantes. Temos que ter uma gestão de eficiência, melhorar a qualidade do atendimento à população”.

Segundo Azambuja, vão ser eleições difíceis e o partido deve buscar aliados: “Vamos enfrentar duas máquinas, a do governo estadual com o PMDB e a do governo federal, com o PT. Mas estou confiante”.

O deputado federal fez ainda um balanço do seu primeiro ano de mandato. Ressaltou que foi um ano de grande aprendizado: “Defendemos os recursos para Mato Grosso do Sul. Por ser de oposição, denunciamos muitas coisas, votamos matérias importantes, votamos a emenda 29 e com muita tristeza recebemos os vetos da presidente Dilma. Agora são os municípios e estados que tem que bancar a saúde no País. E justamente é o governo federal o elo mais forte.”

“Antigamente as emendas individuais eram liberadas de uma forma igualitária a todos, de todos os partidos, no governo do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso (PSDB). Depois do Lula, há uma diferenciação entre os partidos de oposição e os de situação. A Dilma agora quer liberar com igualdade o dinheiro do orçamento para todos os parlamentares. Vamos ver se isso será feito mesmo”, lamentou Azambuja.

Em relação ao papel da oposição, Azambuja ressaltou que é fundamental fiscalizar os desvios: “O Brasil tem inúmeros desvios, um dos mais corruptos do mundo. O papel da minúscula oposição é fiscalizar o governo, mostrar os descaminhos. A capitalização da Dilma foi boa, porque ela não segurou nenhum ministro, como o Lula fez. Mas não sei se mudou a prática dentro dos ministérios”.

 

Comente esta notícia


Reportagem Especial LEIA MAIS