Nos 123 anos de sua emancipação política de Campo Grande comemorado nesta quinta-feira (26), o candidato ao Governo de Mato Grosso do Sul, Eduardo Riedel (PSDB) prometeu otimizar a área da saúde da Capital nos próximos anos.
Uma das estratégias para isso, segundo Riedel, é a ampliação do processo de regionalização da saúde, desafogando a estrutura de Campo Grande e dando condições para que o interior do Estado possa dar conta de sua demanda.
O financiamento da saúde pública no Brasil é tripartite. Isso significa que a União, os Estados e Municípios têm que contribuir com uma fatia de sua manutenção.
“A manutenção do custeio de leitos de UTI e o financiamento do próprio SUS passam, portanto, por políticas públicas que permitam investimentos superiores ao teto constitucional da Saúde. Para isso, é preciso fortalecer ainda mais a nossa economia, dando aos municípios fôlego fiscal para ampliarem sua margem de investimentos. E é isso que faremos”, afirmou Riedel.
Segundo o candidato, o Estado deve garantir não só o mínimo constitucional mas, também, ampliar este percentual conforme a necessidade. “Para isso, vamos continuar trabalhando para aumentar a pujança econômica de Mato Grosso do Sul, gerando mais riquezas e, em consequência, aumentando nossa capacidade de investimento”, garantiu.
Apesar da pandemia, que comprometeu o sistema de saúde, mas que foi enfrentada com investimentos sólidos em MS, o Estado conseguiu ser o que mais vacinou no Brasil, justamente por esta relação com os 79 municípios, esta sinergia que atendeu a população, colocando a vacina no braço das pessoas, inclusive na fronteira. Eduardo Riedel foi o grande articulador deste processo, à frente do Prosseguir, plano de governo que fez e ainda faz frente à doença.
O processo de regionalização da saúde tem sido fundamental, e será ampliado nos próximos anos. A regionalização da saúde, com a construção e ativação de novos hospitais, está sendo vital para desafogar o fluxo de pacientes na capital. Com isso, o atendimento de pacientes do interior em Campo Grande diminuiu de 45% para 9%.
“A regionalização existe na prática. Assumimos um governo com 500 mil pessoas na fila de procedimentos, por isso realizamos a Caravana da Saúde. Ela foi fundamental para diminuir as filas num primeiro momento. E agora temos que continuar o processo”, disse Riedel.
Para ele, o caminho para uma saúde mais potente em Mato Grosso do Sul e em Campo Grande é dar foco à Atenção Básica. “E vamos trabalhar junto com os municípios para contratar mais profissionais de saúde, dependendo do resultado que cada município apresentar na Atenção Básica”.

