O vice-prefeito de Campo Grande Edil Albuquerque (PMDB) vive um momento de assédio de partidos políticos que querem sua filiação. Depois de ter sido procurado por lideranças do PSB e PSD, ele recusou, nesta semana, convite que partiu do PSC.
“O Pedro Chaves [PSC] me procurou com a ficha de filiação pronta e queria que eu assinasse”, contou Edil nesta manhã ao participar junto com o prefeito Nelsinho Trad (PMDB) da entrega no Centro de Especialidades Médicas do município (CEM).
Pedro Chaves é primeiro-suplente do senador Delcídio do Amaral (PT). Edil agradeceu e recusou o convite explicando que ainda precisa conversar com o governador André Puccinelli (PMDB) sobre seu futuro político.
O vice-prefeito é um dos três nomes cotados no PMDB para disputar a prefeitura da Capital. Também constam da lista o presidente da Câmara Paulo Siufi (PMDB) e o deputado estadual e secretário de Habitação, Carlos Marun (PMDB).
“O assédio é normal porque há três possíveis candidatos no PMDB, aí surgem os convites para trocar de partido”, explica.
Candidato próprio
Na avaliação de Edil, o PMDB terá sim candidato próprio à prefeitura de Campo Grande.
“No governo do Estado emplacamos chapa pura [André Puccinelli e Simone Tebet], na prefeitura também [Nelsinho e Edil], estamos no comando da Assembleia Legislativa e da Câmara. Nesta condição não tem como o partido não ter candidatura própria. Agora, é claro que tudo dependerá das pesquisas”, analisa.
