As audiências públicas que investigam o porquê das inúmeras quedas em ligações de telefones celulares em Mato Grosso do Sul, entre outros problemas nos serviços, continuam nesta semana em Campo Grande. Nesta quarta-feira, dia 9 de julho, às 15h, na assembleia legislativa serão ouvidas as empresas Vivo, Embratel, Claro, OI e TIM. Elas tentaram reagendar as oitivas para o próximo dia 17, quando participa a Anatel (Agência Nacional de Telecomunicações), órgão federal responsável pela regulamentação da telefonia, alegando tempo “exíguo” e os jogos da seleção brasileira na Copa do Mundo de Futebol.
CPI
Ao todo, seis audiências foram marcadas. Além destas dos dias 9 e 17, já houveram reuniões nos dias 1º e 3 de julho, e que contaram com a presença de representantes do MPE (Ministério Público Estadual), OAB (Ordem dos Advogados do Brasil), Defensoria Pública e do Procon (Órgão de Defesa do Consumidor).
No dia 15 acontece a última das oitivas, quando ficam frente à frente integrantes da GVT e os deputados Mara Caseiro (PTdoB), Márcio Monteiro (PSDB), Cabo Almi (PT) e Carlos Marun (PMDB), que além de Trad, também compõem a CPI.
Termo de Ajustamento de Conduta
A CPI, logo na primeira audiência, constatou flagrante ‘desrespeito’ junto ao consumidor sul-mato-grossense. O estado lidera o ranking nacional de reclamações do setor. Por estes motivos, a CPI tenta entrar em acordo com as empresas fornecedoras de telefonia móvel, para que haja melhorias. O objetivo é firmar um TAC (Termo de Ajustamento de Conduta), caso contrário, os deputados pretendem acionar a Justiça e em último caso, solicitar interrupção dos serviços.
