A campanha eleitoral para o governo deste ano superou os números anunciados pelos candidatos no começo da disputa. O valor gasto chegou aos R$ 58,8 milhões, somando todos os candidatos, segundo a prestação de contas apresentada ao TSE (Tribunal Superior Eleitoral).
Os candidatos que chegaram ao segundo turno foram os que mais gastaram. Eleito ao cargo de governador de Mato Grosso do Sul, Reinaldo Azambuja (PSDB), gastou R$ 25.323.019,00. Já o candidato adversário derrotado, o Senador Delcídio do Amaral (PT), prestou conta no valor de R$ R$ 24.669.190,50.
Até agosto, o documento parcial com a declaração entregue por Azambuja, apresentava R$11,1 milhões de despesas, e Delcídio R$13 milhões.
Entre os candidatos derrotados que concorreram no primeiro turno, Nelson Trad Filho (PMDB), foi o que mais gastou, cerca de R$ 9.388.934,00. Evander Vendramini (PP) aparece com gasto de R$ 104.180,00, em seguida Sidney Mello (PSOL), R$ 1.242,00, e Professor Monge (PSTU), que gastou apenas R$ 184,66.
MSA campanha eleitoral deste ano em Mato Grosso do Sul ganhou destaque nacional por ser apontada como a mais cara do país, passando inclusive São Paulo, a cidade com maior número de eleitores do Brasil.
