Logo que deixou o Governo do Estado André Puccinelli (PMDB) anunciou que se a dor do parto não passasse, voltaria a disputar a eleição em 2018. Ele prefere dizer que não será candidato, mas a própria família quer ele de volta no comando do Estado. Diante da possibilidade, ele está de olho nas pesquisas.
O líder do PMDB na Assembleia Legislativa, Eduardo Rocha, aposta no governador como candidato do partido em 2018. Porém, confirm que tudo dependerá do desempenho de Reinaldo Azambuja (PSDB).
“Se o governador Reinaldo Azambuja estiver bem, porque ele vai ser candidato?”, indagou Rocha. “Nós também podemos apoiar a candidatura do Azambuja”, completou, alertando que muita coisa ainda pode acontecer até 2018.
A situação não é diferente dentro do PSDB, que também anda preocupado com pesquisas de aprovação. Recentemente, Reinaldo Azambuja confidenciou a Zé Teixeira (DEM) que não será candidato se o seu governo não tiver aprovação de pelo menos 50% dos sul-mato-grossenses.
O confronto entre o ex e o atual governador depende da atuação de Reinaldo Azambuja, que será aferido por pesquisas, mas outros impasses podem impedir este confronto. Puccinelli é investigado na Lama Asfáltica e pode ficar inelegível, se condenado.
O governo de Puccinelli é acusado de superfaturamento em obras de pavimentação e recuperação de vias, mas até o momento o ex-governador não virou réu, podendo se candidatar em 2018. Ele também foi denunciado pelo Ministério Público Estadual por Associação Criminosa por conta da Operação Coffee Break, mas o juiz ainda não acatou a denúncia.


