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Política Sexta-feira, 22 de Agosto de 2014, 15:47 - A | A

Sexta-feira, 22 de Agosto de 2014, 15h:47 - A | A

Candidato do PSDB critica governo petista

Danilo Nery - (www.capitalnews.com.br)

O candidato do PSDB ao governo do Estado, Reinaldo Azambuja, acusou o governo federal, administrado pelo PT, de “virar as costas para MS”. Segundo Reinaldo, nos últimos dez anos, dos 27 estados brasileiros, Mato Grosso do Sul foi o que menos recebeu recursos por transferências voluntárias do governo federal nos mandatos do PT.
Reinaldo afirmou ainda que, se eleito, governará em parceria com as prefeituras, as principais prejudicadas pelo baixo volume de investimentos não obrigatórios da União.

De acordo com o Portal da Transparência, do governo federal, de 2004 ao primeiro semestre de 2014, Mato Grosso do Sul foi o estado brasileiro que menos recebeu investimentos diretos (transferências voluntárias).
“Não adianta o PT fazer discurso, os números estão aí. Nos últimos dez anos, o PT mandou muito pouco para Mato Grosso do Sul”, disse Reinaldo.

Apoio aos prefeitos
O candidato do PSDB afirmou também que conhece o problema das prefeituras municipais, pois já foi presidente da Associação dos Municípios de Mato Grosso do Sul (Assomasul), entidade que representa os 79 municípios sul-mato-grossenses. Ele reafirmou que seu governo não terá preconceito partidário e que será pautado pela ajuda e parceria com as prefeituras.

Fundo de Participação dos Municípios
Reinaldo lembrou ainda que nos últimos cinco anos as prefeituras do país perderam cerca de R$ 70 bilhões com a redução do repasse do Fundo de Participação dos Municípios (FPM), principal receita das prefeituras. “Por isso que os municípios estão na penúria”, completou.

Uma das mais importantes emendas à Constituição apresentadas por Reinaldo Azambuja no Congresso Nacional foi a que obriga a União a preservar a parcela de municípios no FPM. Hoje, quando o governo federal concede incentivos fiscais, como a redução do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI), a participação dos municípios no bolo tributário diminui. “É o famoso ditado: dar esmola com o chapéu dos outros”, disse.

 

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