A Assembleia Legislativa de Mato Grosso do Sul criou na manhã desta terça-feira (31) de forma oficial a CPI (Comissão Parlamentar de Inquérito) sobre a Enersul, com o objetivo de investigar irregularidades na instituição, como desvios de recursos estimados em mais de 600 milhões de reais entre o ano de 2010 e 2015.
Os integrantes da comissão já definidos são os deputado estaduais Onevan de Matos e Flávio Kayatt, do PSDB, Pedro Kemp e João Grandão do PT. Os integrantes do PMDB serão decididos após sessão na assembleia legislativa na manhã desta terça-feira, tendo o nome mais cotado de Marquinhos Trad, que liderou pedidos para abertura de CPI e como suplente estão no páreo Renato Câmara e Maurício Picarelli, respectivamente do PMDB.
O deputado estadual Marquinhos Trad (PMDB), incentivador da abertura da CPI, fala sobre os trabalhos dentro da comissão. “Eu como propositor tenho o direito de fazer parte da comissão, e assim como foi na CPI da saúde, nada mais justo que eu seja também o presidente”, destaca Marquinhos.
Investigação
Com a abertura da CPI serão investigados nomes de pessoas físicas e jurídicas que são suspeitas de fazerem parte do esquema que desviou cerca de R$ 700 milhões durante cinco anos, pagamentos superfaturados e falta de prestação de contas em relação a recursos vindos do governo federal.



