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Política Quarta-feira, 16 de Setembro de 2009, 17:38 - A | A

Quarta-feira, 16 de Setembro de 2009, 17h:38 - A | A

André Puccinelli diz que discutiu cinco temas com a ministra Dilma Roussef (PT) em Brasília

Redação Capital News (www.capitalnews.com.br)

Durante sua viagem, ontem (15), a Brasília (DF), o governador de Mato Grosso do Sul, André Puccinelli (PMDB), aproveitou a oportunidade e discutiu com a ministra-chefe da Casa Civil, Dilma Roussef (PT), cinco assuntos que considera importantes para o Estado. Entre os temas abordados está o pedido para que o governo federal atue na recuperação do ICMS (Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços) do gás boliviano; Mato Grosso do Sul vem sofrendo perdas de arrecadação nos últimos meses. Outro destaque da reunião refere-se à instalação de fábrica de fertilizantes da Petrobrás em Mato Grosso do Sul devido sua posição estratégica, o que favorece a logística do empreendimento.

André e Dilma também trataram cumprimento de acordos com os ministérios do Planejamento e da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, para destinação de recursos nas áreas de Educação e Sanidade Animal e Vegetal. Na oportunidade, Puccinelli manifestou a posição do Estado sobre a demarcação de terras indígenas, solicitando que a questão seja rediscutida e que novos estudos somente sejam realizados após a resolução das situações pendentes.

Por fim, Puccinelli solicitou revisão da proposta prévia do projeto da União para o Zoneamento Agroecológico Econômico. O pedido acontece de modo que não haja confronto com o Zoneamento Ecológico-Econômico (ZEE) estadual, elaborado com a participação de mais de 90 entidades e que teve reconhecimento de qualidade até mesmo por técnicos do Ministério do Meio Ambiente (MMA).

Sobre o gás, a questão dos indígenas e o zoneamento, André disse hoje à tarde: “Se houver conserveniência do gás, ela vai determinar que a Petrobras pague esse valor para Mato Grosso do Sul. Quanto ao zoneamento, a Dilma vai estudar a plantação da cana-dea-açucar e em relação aos indígenas disse a ela que essa situação deveria ser resolvida pelo governo do Estado”, finaliza.

Por: Alessandro Perin e Marcelo Eduardo - (www.capitalnews.com.br)

 

 

 

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