A senadora Tereza Cristina (PP-MS) afirmou nesta terça-feira (28), em entrevista ao programa Estúdio i, da GloboNews, que não foi convidada nem sondada para ser candidata a vice-presidente em uma eventual chapa encabeçada pelo pré-candidato do PL à Presidência da República, Flávio Bolsonaro (RJ). Segundo a parlamentar, a possibilidade é, neste momento, “pura especulação”.
“Eu ouço muito pela mídia, pelas redes sociais, mas nunca fui convidada, nunca fui sondada. Ouço pessoas dizendo que meu nome agregaria. É pura especulação, mas me sinto honrada”, afirmou.
O nome da ex-ministra da Agricultura tem sido ventilado há meses pelo presidente nacional do PL, Valdemar Costa Neto, que já declarou que a presença da senadora poderia fortalecer a chapa. Em entrevistas anteriores, ele chegou a afirmar que tê-la como vice seria um “sonho de consumo”.
Aliados de Flávio Bolsonaro avaliam que Tereza Cristina poderia contribuir para ampliar o apoio no eleitorado feminino e fortalecer a relação com o setor do agronegócio.
Durante a entrevista, a senadora não descartou a possibilidade de disputar a vice-presidência, caso seja convidada, mas afirmou que seu objetivo político principal é a presidência do Senado, como sucessora de Davi Alcolumbre (União-AP).
Ainda sobre a corrida presidencial, Tereza Cristina afirmou que, no momento, não é possível apontar um favorito para as eleições de 2026.
“Não dá para dizer que há um favorito. As pesquisas mostram Flávio e Lula como nomes mais bem posicionados, mas ainda é cedo. Na esquerda, temos hoje o presidente Lula. Na direita, há nomes como Romeu Zema, Ronaldo Caiado e o próprio Flávio. Precisamos observar o desempenho de cada um”, disse.
Declaração sobre ser chamada de "Vozinha"
Ao comentar declarações de Flávio Bolsonaro, que disse que a senadora lembra sua avó, Tereza Cristina afirmou que não gosta de ser chamada de “vozinha”, embora avalie que a fala não teve intenção ofensiva.
“Ele me mostrou uma fotografia da avó dele, e realmente temos traços parecidos. Mas houve uma infelicidade na brincadeira, que acabou sendo interpretada de forma pejorativa. Acredito que ele quis ser carinhoso. Eu até brinquei com ele: ‘Não me chama de tiazinha que vai pegar mal’”, afirmou.
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