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Política

Vereadores votam em projeto sobre soro antiescorpiônico e Conselhos Tutelares

Vereadores analisam três propostas nesta terça-feira, incluindo declaração de utilidade pública para entidade

João Gabriel Vilalba
Capital News

Izaias Medeiros

Vereadores debatendo pautas que tramitam pela Casa de Leis

Vereadores debatendo pautas que tramitam pela Casa de Leis

Os vereadores retornam às atividades nesta terça-feira na Câmara Municipal de Campo Grande para analisar três projetos de lei. Entre as propostas estão medidas relacionadas à divulgação de unidades de saúde que possuem soro antiescorpiônico, à declaração de utilidade pública de uma entidade e a alterações na legislação sobre o funcionamento dos Conselhos Tutelares.

Em primeira discussão, será analisado o projeto de lei que prevê a divulgação e a atualização permanente da relação de unidades de saúde e prontos-atendimentos que possuam estoque de soro antiescorpiônico (antiveneno) para atendimento de emergência.

A proposta, de autoria do vereador Leinha, busca facilitar o acesso da população à informação sobre os locais que possuem o medicamento, com o objetivo de otimizar o tempo de resposta em situações de emergência, nas quais o atendimento rápido é fundamental para o paciente.

Também em primeira discussão, os vereadores analisam o projeto de lei que declara de Utilidade Pública Municipal a Organização da Sociedade Civil Refami – Reconstituindo Famílias.

A entidade, que possui personalidade jurídica de direito privado, sem fins lucrativos e autonomia administrativa e financeira, tem sede e foro em Campo Grande. Segundo a proposta, a organização desenvolve ações voltadas à transformação social de crianças, jovens, mulheres e idosos.

O projeto é de autoria do vereador Landmark.

Mudanças nos Conselhos Tutelares

Em única discussão, será analisado projeto de lei de autoria do Poder Executivo que altera dispositivos das Leis nº 4.503, de 2007, e nº 6.437, de 2020.

A proposta tem como objetivo aperfeiçoar o regime jurídico disciplinar aplicável aos conselheiros tutelares, além de redefinir a composição e as atribuições da Comissão Permanente de Ética dos Conselhos Tutelares (COPECT).

Entre as mudanças previstas, o texto estabelece que qualquer pessoa, órgão ou entidade poderá comunicar à Controladoria-Geral do Município fatos que possam caracterizar irregularidade ou infração disciplinar praticada por conselheiro tutelar, sem prejuízo das atribuições do Ministério Público e dos demais órgãos de controle.

Na justificativa do projeto, a Prefeitura de Campo Grande informa que a proposta é resultado de análises técnicas e jurídicas e de debates institucionais realizados entre o município e representantes do Ministério Público de Mato Grosso do Sul, da Defensoria Pública Estadual, da Controladoria-Geral do Município, da Corregedoria-Geral do Município, da Procuradoria-Geral Legislativa, da própria COPECT, da Assessoria de Apoio aos Órgãos Colegiados (AAOC) e do Conselho Municipal dos Direitos da Criança e do Adolescente (CMDCA).

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