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Consórcio Brasil Verde

Eduardo Riedel assume consórcio e amplia busca por recursos ambientais

Estado assume presidência do Consórcio Brasil Verde e define prioridades

Viviane Freitas
Capital News

Mato Grosso do Sul iniciou uma nova etapa à frente do Consórcio Brasil Verde (CBV), grupo formado por 15 estados que atua na elaboração de projetos voltados ao combate às mudanças climáticas e à busca de recursos internacionais para ações ambientais. Nesta terça-feira (7), foi realizada uma reunião para definir as prioridades da nova gestão.

O governador Eduardo Riedel assumiu a presidência do consórcio após ser eleito por unanimidade em março. Com a mudança, Mato Grosso do Sul passa a coordenar os trabalhos do grupo e representar os estados nas discussões sobre políticas climáticas junto ao Governo Federal.

Segundo o secretário de Meio Ambiente, Desenvolvimento, Ciência, Tecnologia e Inovação, Artur Falcette, a prioridade é estruturar projetos que possam receber investimentos internacionais. "Desde a criação, em 2019, o consórcio começou a construir uma agenda voltada à estruturação de projetos para tentar captar recurso internacional para os estados que fazem parte, sempre olhando para essa temática do clima, das mudanças climáticas, da mitigação", afirmou.

De acordo com o secretário, a nova gestão também fará um levantamento das principais demandas de cada estado para elaborar um plano de trabalho para os próximos dois anos. "A gente vai realizar nos próximos dias o workshop com os outros estados para entender quais são as principais demandas desse momento e poder planejar", disse.

O consórcio reúne os estados de Mato Grosso do Sul, Acre, Bahia, Espírito Santo, Goiás, Minas Gerais, Paraíba, Paraná, Pernambuco, Piauí, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul, Sergipe e São Paulo. O grupo busca desenvolver políticas que conciliem preservação ambiental e desenvolvimento econômico.

Entre as ações previstas estão projetos voltados à preservação dos biomas brasileiros, adaptação às mudanças climáticas, redução dos impactos ambientais e incentivo à transição energética. Em Mato Grosso do Sul, os trabalhos envolvem o Pantanal, o Cerrado e a Mata Atlântica.

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