Roberto Carlos Mazzini, de 61 anos, morto a tiros pelo ex-prefeito Alcides Jesus Peralta Bernal na tarde desta terça-feira (24), era servidor público estadual e atuava como fiscal tributário em Mato Grosso do Sul.
Lotado na Secretaria de Estado de Fazenda (Sefaz), Mazzini recebia pouco mais de R$ 59 mil mensais, conforme dados do Portal da Transparência. Ele também possuía registro na Ordem dos Advogados do Brasil em Mato Grosso do Sul, atualmente cancelado.
O crime ocorreu em uma residência que pertence ao ex-prefeito, mas que havia sido leiloada. A vítima foi até o local acompanhada de um chaveiro, com o objetivo de tomar posse do imóvel, quando foi atingida por ao menos dois disparos.
O Corpo de Bombeiros foi acionado por volta das 14h e realizou manobras de reanimação por cerca de 25 minutos, mas Mazzini não resistiu aos ferimentos. Os tiros atingiram a região da costela, com transfixação, e a dorsal.
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Após o crime, Bernal se apresentou na Delegacia de Pronto Atendimento Comunitário (Depac) Centro e foi encaminhado para a Depac Cepol. O chaveiro que acompanhava a vítima e presenciou o ocorrido foi encaminhado ao Centro Integrado de Polícia Especializada (Cepol). O caso segue sob investigação.
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