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Meio Ambiente Quinta-feira, 19 de Novembro de 2009, 13:00 - A | A

Quinta-feira, 19 de Novembro de 2009, 13h:00 - A | A

Além de obras, R$ 30 milhões do BID para MS serão usados em qualificação, diz secretária de Turismo

Nadia Nadalon-estagiária (www.capitalnews.com.br)

Os técnicos do Banco Interamericano do Desenvolvimento (BID), Leonardo Coral e Abela Moreda,  juntamente com o coordenador do Programa Nacional de Desenvolvimento do Turismo (Prodetur), Domingo Sávio, realizaram na manhã desta quinta-feira (19) na Capital, reunião para discutir os planos turísticos em que serão utilizados os R$ 30 milhões liberados pelo banco.

Segundo Sávio, o Estado se candidatou a essa linha de crédito, que atende a estados e municípios com mais de 1 milhão de habitantes, sendo que 60% do dinheiro provém do BID e 40% de contrapartida do Estado. “Os projetos estão sendo analisados. Eles abrangerão a serra da Bodoquena, Bonito e Campo Grande, e possuem como objetivo principal, fortalecer o turismo”, analisou.

O coordenador explica que já existem planos feitos em 2003 para os três lugares, mas que eles passarão por atualizações. De acordo com ele, em Bonito já está sendo pavimentada a rodovia MS-178, que liga a cidade a Bodoquena. Já em Campo Grande não se sabe ainda quais projetos serão realizados.

A secretária de Desenvolvimento Agrário, da Produção da Indústria, do Comércio e do Turismo, Tereza Cristina Corrêa da Costa Dias, disse que a missão do Banco veio ver o que o Estado quer oferecer e melhorar no Turismo, já que “desde 2001, Mato Grosso do Sul pleiteia investimentos para o turismo”, disse.

Segundo a secretária, além de obras de infraestrutura, o dinheiro será usado para capacitação de mão de obra. “Quando se têm um turismo forte, é preciso ter pessoas capacitadas, uma bom sistema de saúde, de atendimento. As pessoas precisam falar duas línguas."

De acordo com Sávio, os projetos são definidos com a participação dos envolvidos. “A partir da assinatura do contrato, que deverá acontecer na semana que vem, as obras devem começar em sete meses”, afirmou. 

Por: Nadia Nadalon-estagiária (www.capitalnews.com.br)
 

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