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Economia Sábado, 19 de Junho de 2021, 09:19 - A | A

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Ranking

Ranking nacional de ambiente e potencial de negócios aponta Mato Grosso do Sul em 1º do Centro-Oeste

Levantamento apontou 56,7 pontos após avaliação de diferentes quesitos

Elaine Silva
Capital News

Chico Ribeiro/Portal MS

Ranking nacional de ambiente e potencial de negócios aponta Mato Grosso do Sul em 1º do Centro-Oeste

Cidade dos Motoristas

Mato Grosso do Sul ficou na 1° colocação no Centro-Oeste e 7° posição nacional na classificação geral do estudo, chegando a 56,7 pontos após avaliação de diferentes quesitos que interferem na abertura e manutenção de negócios nos estados, levando em conta a procura pela iniciativa privada para novos investimentos, conforme o levantamento feito pelo Banco Mundial, por meio do relatório da “Doing Business Subnacional Brasil 2021”.

Divulgação/Portal MS

Governo do Estado autoriza revitalização do Parque dos Poderes

Governador Reinaldo Azambuja (PSDB)


Com investimentos, desburocratização e política de incentivos fiscais, o Estado lidera a região Centro-Oeste na avaliação sobre ambiente e potencial de negócios para pequenas e médias empresas. “Saímos da última colocação no ranking nacional da transparência para o primeiro lugar, otimizamos os canais digitais para dar celeridade aos processos da abertura de novos empreendimentos, licenças e outros trâmites que emperravam na burocracia, ou seja, criamos um ambiente de negócios, para atrair parceiros para grandes oportunidades”, afirmou o governador de MS Reinaldo Azambuja (PSDB).

Em alguns quesitos Mato Grosso do Sul foi destaque nacional, como na obtenção de alvarás de construção, ficando na 2° posição, com 62,4 pontos, só atrás apenas de Roraima (63,7), segundo o governo do Estado. Assim como no registro de propriedades, onde aparece na 6° colocação nacional e no pagamento de impostos que é o 8° estado melhor do País. No ranking também estão na classificação geral do Centro Oeste,  Goiás (55,9), Distrito Federal (55,8) e Mato Grosso (53,5).

Coleta de dados
A coleta dos dados nos 27 estados começou no final de fevereiro de 2020, logo no momento em que a pandemia chegou ao Brasil. Por esta razão o levantamento teve que se ajustar, com fase de coleta de dados e relatórios no modelo remoto, inclusive com videoconferências, substituindo visitas e reuniões presenciais com colaboradores. Foram mais de 1.500 contribuições, obtidas por meio de questionários e entrevistas por telefone ou vídeo com profissionais do setor público e privado. O estudo do Banco Central foi acompanhado pela Secretaria de Estado de Meio Ambiente, Desenvolvimento Econômico, Produção e Agricultura Familiar (Semagro).

 

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