Campo Grande 00:00:00 Segunda-feira, 17 de Agosto de 2026


Economia Quarta-feira, 29 de Março de 2017, 09:54 - A | A

Quarta-feira, 29 de Março de 2017, 09h:54 - A | A

Preço

Páscoa terá ovos de chocolate 24% mais caros em Campo Grande

Levantamento aponta alta de 17,14% na Páscoa em 2017. A indicação é que a população pesquise preços antes de comprar

Myllena de Luca
Capital News

Mundo Chocolate

Chocolate em excesso pode prejudicar visão

Pesquisador afirma que população deve pesquisar preços em conta, como os chocolates caseiros

O campo-grandense não apostará muito nos chocolates em 2017, o motivo é o alto preço. Nos últimos 12 meses a inflação acumulada foi de 5,09%, a inflação dos ovos de chocolate atingiu 17,14%. O levantamento foi feito pelo Núcleo de Estudos e Pesquisas Econômicas (Nepes) da Uniderp.

Foram comparados 24 tipos de ovos de chocolate mais procurados pelos consumidores, além de caixas de bombons. O aumento dos valores dos ovos com a numeração 15 foi 17,43% sendo a maior elevação da categoria 51,26%, devido ao preço de uma unidade de 225g ter saltado de R$ 24,99, em 2016, para R$ 37,80 este ano.

Já o de 350g mostrou variação de 31,86% passando de R$ 27,53 para R$ 36,30. A terceira maior foi 24,70% com mudança de R$ 29,11 para R$ 36,30.

Os ovos de numeração 20, a média de reajuste foi de 16,85%. A maior variação anual apresentou 350g, passando de R$ 41,91 para R$ 54,90 com aumento de 30,99%. Segundo aumento foi 25,64%, saiu de R$ 42,90 para R$ 53,90.

O terceiro da mesma numeração teve aumento de 21,915. O produto de 330g passou de R$ 39,62 para R$ 48,30. As caixas de bombons apresentaram uma elevação em média de 24,58%. A indicação da pesquisa é que apopulação realize uma pesquisa antes de comprar, com a finalidade de procurar preços melhores e encontrar outras alternativas como a produção caseira.

O coordenador do Nepes da Uniderp e pesquisador, Celso Correia de Souza, a alta é reflexo de reajustes nos valores da matéria-prima do produto. “A inflação do ano passado, apesar da tendência de queda, pressionou os custos de fabricação desses produtos. A Associação Brasileira da Indústria de Chocolates, Cacau, Amendoim, Balas e Derivados já se posicionou informando que a disparada do dólar refletiu no preço do cacau e a alta dos componentes da cadeia de produção, como açúcar, combustível e armazenagem, também pesaram no índice”, informa.


Comente esta notícia


Reportagem Especial LEIA MAIS