Levando em consideração o fato de que os consumidores pagam suas faturas aproximadamente 26 dias depois das compras, a mudança aumentaria significativa trazendo a necessidade de capital dos emissores dos cartões de crédito.
Empresas como o Nubank, que não estão associadas a grandes bancos com bilhões em caixa, seriam muito prejudicadas. Com isso foi importante chamar atenção para o que poderia ser o fim do Nubank e de tantas outras fintechs (Fintech vem da junção de Finanças com Tecnologia, o segmento das startups que criam inovações na área de serviços financeiros, com processos baseados em tecnologia. Estas startups criam novos modelos de negócio, em áreas como conta corrente, cartão de crédito e débito, empréstimos pessoais e corporativos, pagamentos, investimentos, seguros, etc), que trazem mudanças tão necessárias para uma indústria tão problemática.
Segundo assessoria do Nubank, “chega a ser irônico que uma medida com o objetivo de estimular a economia e beneficiar a sociedade possa ter o efeito oposto: o de colocar em risco a concorrência”.
De acordo com o Banco Central mostrou hoje que não haverá nenhuma mudança abrupta ou unilateral nas regras de pagamento, e que trabalhará com os emissores, adquirentes, bandeiras e fintechs para definir como eventuais medidas podem ser implementadas de maneira sustentável, gradativa e sem prejudicar a competição, tão necessária nesse setor altamente concentrado.



