Os moradores de Campo Grande sentiram no bolso o aumento dos preços em abril. Alimentos, combustíveis e medicamentos ficaram mais caros e elevaram a inflação da Capital para 1,02% no mês, segundo dados divulgados pelo IBGE.
O índice ficou acima do registrado em março, que havia sido de 0,93%. Com isso, a inflação acumulada em 2026 já chega a 2,63% em Campo Grande.
O grupo de alimentação e bebidas foi o que mais pesou no orçamento das famílias, com alta de 1,86%. Entre os principais aumentos estão a batata-inglesa, que subiu 23,81%, o repolho (19,41%), a cebola (18,70%) e o tomate (10,11%).
Comer fora de casa também ficou mais caro. O preço dos lanches aumentou 2,92%, enquanto as refeições tiveram alta de 0,58% em abril. Os combustíveis também contribuíram para a inflação. A gasolina teve aumento de 3,09%, o óleo diesel subiu 3,42% e a passagem de ônibus intermunicipal ficou 7,27% mais cara.
Na saúde, medicamentos e produtos de cuidados pessoais registraram reajustes acima de 3%. Já a conta de energia elétrica e o cimento também tiveram impacto no orçamento dos consumidores da Capital.
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