Com entrada gratuita, os shows começam às 17h30. Quem toca primeiro é Guilherme Rondon, que vai apresentar músicas de seu novo CD "TR3S", gravado entre o Pantanal, Campo Grande e São Paulo, e que será lançado nesta ocasião. No repertório do show estão as músicas do disco, todas compostas por Guilherme em parceria com Alexandre Lemos, Zé Edu Camargo ou com Paulo Simões. Entre elas estão a balada “Hora Cantada”, a romântica “De Areia e de Mar” e a polca progressiva “Sol Vermelho”. Durante o show, Guilherme (violão e voz) será acompanhado dos músicos Sandro Moreno (Bateria), Alex Mesquita (baixo), Capim (sanfona) e Daniel Rondon (gaita).
Paulista, Guilherme Rondon foi criado em Corumbá, no Pantanal do Paiaguás. Voltou a São Paulo nos anos 70 e estudou três anos no CLAM - a escola do Zimbo Trio - onde completou sua formação musical. Paralelamente tocou na noite e participou de vários festivais universitários da época, tendo sido vitorioso em dois deles. De volta a Campo Grande, assumiu a direção musical dos shows "Estranhas Coincidências" e "Mil Melodias" e foi um dos intérpretes e diretor musical do disco do projeto "Pantanal: Alerta Brasil", pelo selo Resenha Nacional. Guilherme Rondon é um dos componentes do super grupo regional Chalana de Prata, juntamente com Dino Rocha, Celito Espíndola e Paulo Simões. Suas composições já foram gravadas por um leque variado de artistas como Nana Caymmi, César Camargo Mariano, Célia, Ivan Lins, Sérgio Reis, Lula Barbosa, Danilo Caymmi, Rosa Maria, Lucinha Lins, Jackie Heker, Almir Sater, Alzira Espíndola, Papete, Diana Pequeno, o extinto grupo vocal “O Quarteto”, entre outros.
Guilherme já ganhou 2 prêmios Sharp, com os discos “Rondon e Fígar” (1991) – Prêmio Sharp (Música Regional) e “Piratininga” (1994) – Prêmio Sharp (Revelação).
Foi selecionado para o Premio VISA compositores em 2006 e atualmente está concorrendo ao Premio Dynamite de Musica Independente com seu novo cd TR3S.
Em seguida, apresenta-se Jorge Vercillo, que comemora em 2008 15 anos de carreira. O músico tem hoje mais de 1,5 milhão de CDs e DVDs vendidos, com canções que já foram gravadas tanto por novos expoentes quanto por grandes nomes da nossa música, como Ana Carolina, Maria Bethânia, Caetano Veloso, Leila Pinheiro, Luisa Possi, Danilo Caymmi, Pedro Mariano, Jorge Aragão, Peri Ribeiro, dentre outros.
O cantor e compositor lançou ao todo dez discos, sendo sete deles de canções inéditas, duas coletâneas, além do projeto especial Coisa de Jorge (2007). Ele vai fazer em Campo Grande o show “Todos Nós Somos Um”, de seu sétimo disco, lançado em novembro de 2007. O álbum de inéditas marca uma renovação na proposta musical do artista, desta vez mais próximo do universo musical brasileiro, em ritmos como samba, xote, toada, bossa nova. O disco traz parcerias do compositor com Fátima Guedes, Marcos Valle, Guinga, Paulo César Feital, entre outros.
Jorge Luiz Sant´anna Vercillo nasceu em 11 de outubro de 1968, no Rio de Janeiro. Cantor, compositor e violonista, começou a se apresentar em bares cariocas ainda jovem, aos 15 anos de idade. Enquanto se apresentava na noite carioca, participou de vários festivais de música pelo país. Em 1989 e 1990, representou o Brasil no Festival Internacional de Curaçao, no qual venceu pelos dois anos consecutivos.
Em 1993, tem a chance de gravar seu disco de estréia, "Encontro das águas" (Continental), produzido por Renato Corrêa. Embalado pela boa repercussão de seu disco de estréia, Jorge Vercillo lança o cd "Em tudo que é belo" (Continental), em 1996, trazendo experimentos e fusões com a world music. Com esse disco, foi indicado para o Prêmio Sharp 1997 na categoria Melhor Cantor Pop. Em 1998, se desliga da gravadora Continental e lança, de forma independente, o CD Leve (1999), que traz “Final Feliz”, gravada em duo com Djavan, que teve repercussão imediata nas rádios do país e ganha uma releitura nas vozes de Caetano Veloso e Alexandre Pires, do grupo Só pra Contrariar. O sucesso de "Final Feliz" levou o cantor e compositor a subir ao palco do Canecão, RJ, também de forma independente. A repercussão de uma única apresentação numa casa de espetáculos lotada chamou a atenção de vários executivos de gravadoras multinacionais. Ainda em 2000, Jorge Vercillo assina com a sua atual gravadora, a EMI Music, que relança o álbum Leve, no final do mesmo ano.
Em 2002, Jorge Vercillo lança Elo, álbum que vende mais de 300 mil cópias num momento delicado para a indústria fonográfica. O disco traz novos sucessos para o compositor, como “Que nem maré”, música mais executada nas rádios de todo o país naquele ano.
No final de 2003, Jorge Vercillo lança seu quinto trabalho autoral, o cd e DVD Livre, que tem em seu repertório a canção Monalisa, mais um sucesso nas rádios de todo o país. O ano de 2005 traz Signo de Ar, CD que inaugura novas parcerias de Jorge Vercillo com nomes como Ana Carolina, Nico Rezende, Torquato Mariano e Dudu Falcão. Em 2006, recebeu o Prêmio Tim na categoria de Melhor Cantor pelo Voto Popular. Em 2007, Jorge Vercillo, mais uma vez, recebe o Prêmio TIM na categoria de Melhor Cantor pelo Voto Popular. No mesmo ano, participa de "Coisa de Jorge", cd e DVD lançados pela EMI Music em show homenagem a São Jorge, que reuniu os “Jorges” Vercillo, Benjor, Mautner e Aragão.
O MS Canta Brasil conta com patrocínio do Banco do Brasil e parceria da Fundação Manoel de Barros (FMB) e da rádio 103, 7 Uniderp FM. (Com assessoria)
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