Divulgação

A comunidade Mãe Terra existe desde 2005, fruto de uma ação de retomada de um grupo de 21 famílias.
“Não tem povo sem terra, nem terra sem povo”. É esse um dos motes que norteiam o documentário “Chamas da Tradição”, produzido pela jovem cineasta sul-mato-grossense Thauanny Maíra. O trabalho, que teve financiamento da Lei Paulo Gustavo, tem a aldeia indígena Mãe Terra, de etnia terena, localizada em Miranda, como protagonista, e conta a história dessa comunidade por meio da retomada do território e da reinvenção motivada pelo fogo das queimadas, problema recorrente no Pantanal.
A comunidade Mãe Terra existe desde 2005, fruto de uma ação de retomada de um grupo de 21 famílias. O documentário começa contando essa história, dando destaque para a importância de ter uma terra e da ligação dos moradores com o território. A partir do problema do fogo, a Mãe Terra conseguiu se reinventar, com a criação, a partir de 2020, de brigadas voluntárias, que impedem que o fogo se alastre até a chegada do Corpo de Bombeiros e da equipe do Centro Nacional de Prevenção e Combate aos Incêndios Florestais (Prevfogo). Na comunidade, há inclusive a participação de mulheres nessas brigadas.
Outra iniciativa destacada no documentário é a Escola Quintal, criada na comunidade na esperança de resgatar a cultura Terena. Semanalmente, a comunidade se reúne para praticar costumes antes perdidos ou até mesmo desconhecidos por gerações. O processo de produção envolveu muita pesquisa, inclusive com uma visita prévia à comunidade, onde a equipe conheceu as famílias, sua culinária, músicas, tradições religiosas e anseios.
• • • • •
• Junte-se à comunidade Capital News!
Acompanhe também nas redes sociais e receba as principais notícias do MS onde estiver.
• • • • •
• Participe do jornalismo cidadão do Capital News!
Pelo Reportar News, você pode enviar sugestões, fotos, vídeos e reclamações que ajudem a melhorar nossa cidade e nosso estado.
