O mês de fevereiro em Campo Grande registra chuvas intensas, com acumulado de 228,6 mm até esta terça-feira (22), quase o dobro do volume observado em fevereiro de 2025, que foi de 116,8 mm. O total já ultrapassou a média esperada para o mês, que era de 180 mm, alcançada no dia 19, restando nove dias para fevereiro terminar.
O fenômeno La Niña contribui para as precipitações acima da média, trazendo risco de alagamentos, enxurradas, queda de galhos e descargas elétricas. O Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) emitiu alertas para todo o Estado, prevendo acumulados de até 50 mm por dia e ventos de até 60 km/h.
Na Capital, o volume de chuvas já provoca transtornos em bairros sem pavimentação. No Portal Caiobá 2, moradores ficaram ilhados devido à água acumulada. Crianças e adolescentes chegaram a brincar nas enxurradas em ruas como a Jerônimo de Albuquerque, no bairro Nova Lima. “A situação é recorrente e causa risco e sensação de abandono”, relatou um morador.
Segundo a meteorologista do Cemtec, Valesca Fernandes, o La Niña deve continuar atuando até abril, favorecendo chuvas volumosas. Já o fenômeno El Niño pode impactar o Estado no segundo semestre, elevando temperaturas e aumentando o risco de ondas de calor, como ocorreu em 2024 durante os incêndios no Pantanal.
O mês de fevereiro em Campo Grande registra chuvas intensas, com acumulado de 228,6 mm até esta terça-feira (22), quase o dobro do volume observado em fevereiro de 2025, que foi de 116,8 mm. O total já ultrapassou a média esperada para o mês, que era de 180 mm, alcançada no dia 19, restando nove dias para fevereiro terminar.
O fenômeno La Niña contribui para as precipitações acima da média, trazendo risco de alagamentos, enxurradas, queda de galhos e descargas elétricas. O Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) emitiu alertas para todo o Estado, prevendo acumulados de até 50 mm por dia e ventos de até 60 km/h.
Na Capital, o volume de chuvas já provoca transtornos em bairros sem pavimentação. No Portal Caiobá 2, moradores ficaram ilhados devido à água acumulada. Crianças e adolescentes chegaram a brincar nas enxurradas em ruas como a Jerônimo de Albuquerque, no bairro Nova Lima. “A situação é recorrente e causa risco e sensação de abandono”, relatou um morador.
Segundo a meteorologista do Cemtec, Valesca Fernandes, o La Niña deve continuar atuando até abril, favorecendo chuvas volumosas. Já o fenômeno El Niño pode impactar o Estado no segundo semestre, elevando temperaturas e aumentando o risco de ondas de calor, como ocorreu em 2024 durante os incêndios no Pantanal.
• • • • •
• Junte-se à comunidade Capital News!
Acompanhe também nas redes sociais e receba as principais notícias do MS onde estiver.
• • • • •
• Participe do jornalismo cidadão do Capital News!
Pelo Reportar News, você pode enviar sugestões, fotos, vídeos e reclamações que ajudem a melhorar nossa cidade e nosso estado.


