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Quarta-Feira, 14 de Julho de 2021, 15h:05
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Mato Grosso do Sul tem dois novos decretos de emergência ambiental

Medidas foram determinadas devido a seca e geada ocorridas no Estado

Lethycia Anjos
Capital News

Divulgação/Portal MS

Mato Grosso do Sul tem dois novos decretos de emergência ambiental

Embarcações encalhadas no Canal do Tamengo

Governador do Estado, Reinaldo Azambuja (PSDB), divulgou nesta quarta-feira (14), por meio Diário Oficial, dois novos decretos que determina a situação de emergência ambiental em Mato Grosso do Sul pelo prazo de 180 dias. A medida foi determinada pois a seca hidrológica na porção alta do Rio Paraná vive seu pior momento desde 1981, além das recentes geadas na região. 

 

Reinaldo Azambuja explica que a seca ocasiona diversos problemas como prejuízos na geração de energia. “A geada afetou muito algumas regiões e a seca foi extremamente danosa. Acho que os decretos de situação de emergência ajudam, criando uma rede de proteção, e ajuda o Estado a ter umas tomadas de decisões e apoio aos setores mais afetados”, ressaltou o governador.

 

Um dos decretos de situação emergência, é decorrente da seca que persiste no país, a medida baseia-se em notas e resoluções, como a do Centro Nacional de Monitoramento de Alertas de Desastres Naturais (CEMADEN), que classifica a seca como “severa” a “excepcional” com duração de mais de 24 meses. De acordo com o Governo do Estado, também foi considerado o documento informativo da reunião do Comitê de Monitoramento do Setor Elétrico (CMSE), que avaliou as condições de suprimento energético do Sistema Interligado Nacional e previu que a situação irá persistir nos próximos meses, principalmente nas regiões Sudeste e Centro-Oeste.

 

O outro decreto foi determinado devido às geadas que impactavam diversas regiões de Mato Grosso do Sul entre os dias 28 de junho e 1° de julho. Dados do relatório da Secretaria de Estado de Meio Ambiente, Desenvolvimento Econômico, Produção e Agricultura Familiar (Semagro), apontam que a geada ocasionou prejuízos em uma área de cerca de 420 mil hectares, o que conforme o Projeto SIGA/MS, representa 21% da área plantada em MS e 30,2% da área cultivada do Estado.

 

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