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Quinta-Feira, 15 de Abril de 2021, 14h:32
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Mato Grosso do Sul busca ampliar vacinação com compra de novas doses

Governador Reinaldo Azambuja afirmou que o Estado cumpre papel em combate a covid-19

Elaine Silva
Capital News

Divulgação/PMC

Maiores de 18 anos que possuem comorbidades já podem se vacinar

Vacina covid-19

Mato Grosso do Sul cumpre papel no combate à Covid-19 e busca ampliar a vacinação com compra de novas doses, segundo a entrevista do governador Reinaldo Azambuja (PSBD), nesta quinta-feira (15) na  rádio FM 104,7.

Chico Ribeiro/Portal MS

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Governador de MS Reinaldo Azambuja


Mato Grosso do Sul poderá ser beneficiado pela decisão do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Ricardo Lewandowski, em ação proposta pelo governo do Maranhão, sobre a importação e distribuição da vacina russa Sputinik V para o combate à Covid-19. Reinaldo relatou que  ainda ter dinheiro em caixa para a aquisição de vacinas contra a Covid-19. “Temos uma reserva financeira de R$ 200 milhões para que a gente possa, tendo a vacina, poder comprar, adquirir e imunizar a população sul-mato-grossense. Hoje o Estado tem recurso. O grande problema hoje é de onde virá essa vacina. O STF fez uma decisão, na terça-feira, importante, no caso do Maranhão, e diz que se a Anvisa não se manifestar até o dia 28 de abril o Estado estaria autorizado. Mas a gente também não quer descumprir as regras. Eu tenho uma carta-proposta de compra da Sputinik, do laboratório União Química, de 1 milhão de doses. Já está na mão do presidente, que eu estive com ele em Brasília. Estamos buscando alternativas”, declarou.

Azambuja também falou sobre a importância da gestão correta e transparente do dinheiro público. De acordo com a assessoria ele destacou que Mato Grosso do Sul é o estado com mais investimentos públicos estaduais por habitante do País, devolvendo em obras e ações o valor pago pelo contribuinte por meio dos impostos. “Eu fui escolhido para ser administrador do dinheiro público; não sou dono desse recurso. Quem manda nesse recurso é o povo sul-mato-grossense. O que eu tenho que fazer, como gestor? Administrar bem. Ter coragem para tomar medidas duras como tomamos para não deixar o Estado quebrar, não deixar o estado afundar, como a  maioria dos estados afundaram hoje, infelizmente, porque não dão conta nem de fazer investimento”, afirmou.

Em relação a CPI da Covid no Senado, o governador disse que "acho que nesse momento, todos teríamos que estar focados na saúde: vacina, imunização, isolamento, precaução da população, evitar mortes. Infelizmente a política muitas vezes não é no ritmo que a gente quer. Eu não tenho preocupação nenhuma com CPI, até porque Mato Grosso do Sul é nota 10 em transparência. Não temos nada a esconder”. A CPI vai investigar além das ações e omissões do governo federal, possíveis irregularidades, fraudes e superfaturamentos em contratos e serviços feitos com recursos originados da União e enviados a estados e municípios,  o governador Reinaldo Azambuja afirmou não temer a investigação e lembrou que o Estado é líder em transparência e não tem nada a esconder.

Em sua última visita no Distrito Federal, Reinaldo teve uma reunião com o ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, e reivindicou a ampliação de 30% da quantidade de doses de vacinas para 13 municípios localizados na região de fronteira do Estado com a Bolívia e o Paraguai, além de testes rápidos e medicamentos do chamado “kit intubação”, utilizados no processo de sedação de pacientes infectados pelo coronavírus.

 

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