Para deixar o local seguro, bombeiros ainda estão na loja de utilidades Paulistão, que pegou fogo nesta quinta-feira (6). Até o momento, foram utilizados 153 mil litros de água para apagar as chamas. Segundo a assessoria do Bombeiros, as guarnições ainda permanecem no local para fazer o rescaldo, que é o conjunto de operações necessárias para completar a extinção do fogo.
Às 7h20 desta quinta-feira, populares que estavam no local avisaram a guarda do Quartel do 1º Grupamento de Bombeiros, que fica na Avenida Costa e Silva, sobre o incêndio na loja Paulistão, localizada a cerca de 200 metros do quartel.
A assessoria da corporação afirmou que, imediatamente após o alerta das pessoas, o trem de socorro foi acionado e, 23 segundos depois, três viaturas chegaram ao local da calamidade para iniciar o combate ao fogo.
A Empresa Energética de Mato Grosso do Sul (Enersul) foi acionada pelo Centro Integrado de Operações de Segurança (Ciops) da Corporação para providenciar o desligamento da rede de energia da área, já que era necessário garantir a segurança dos militares que estavam combatendo as chamas. A área foi isolada e pessoas que estavam nos comércios e residências vizinhas foram retiradas dos locais.
Outras seis viaturas do Corpo de Bombeiros Militar foram acionadas. Ao todo, eram nove carros da corporação que estavam na localidade.
Ainda de acordo com a assessoria, a Auto Escada Mecânica, conhecida como Escada Magirus, que é destinada ao transporte e manobra de escada elevatória aos locais de operações de salvamento e combate a incêndio, também foi utilizada para combater o fogo.
Efetivo
Ao todo, 60 bombeiros combateram o incêndio desta quinta-feira (6). Além dos militares, todo o processo de luta contra o fogo ainda contou com a ajuda da Enersul, que desligou a rede elétrica da área; de sete viaturas da Companhia Independente de Trânsito (Ciptran) e cinco da Agencia Municipal de Transporte e Trânsito (Agetran), que organizaram o tráfego de veículos no local; de uma viatura da Unidade de Suporte Avançado do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu), que estava no local para dar apoio aos militares que precisassem de atendimento médico, devido a grande quantidade de fumaça tóxica; e de 16 voluntários da Defesa Civil.
Prejuízos
Toda a área do Paulistão compreende 5.680 metros quadrados, dividos em um subsolo, térreo um andar superior. De acordo com informações da assessoria, a laje superior desabou sobre o piso intermediário, comprometendo colunas e vigas da estrutura. A parede superior da loja vizinha também desabou e danificou o telhado.
De acordo com o informado pelo genro do proprietário da loja, Diogo Loureiro, o prejuízo do estabelecimento será na casa dos milhões, visto que eles já passaram por essa experiência em 2007, quando outra unidade do Paulistão, que fica na Rua Rui Barbosa, pegou fogo. Ele informou que ainda não foi possível fazer o cálculo exato do estrago. Mas garantiu que a loja não vai fechar por causa deste desastre. Bruna Oliveira, outra familiar do proprietário, também informou que a loja tem seguro, mas a apólice não cobre os danos causados.
Combate
De acordo com a assessoria dos Bombeiros, as viaturas de combate a incêndio da Corporação dispunham de um total de 70 mil litros de água, que eram reabastecidos via hidrantes.
Um caminhão pipa da Empresa Águas Guariroba, com capacidade de 15 mil litros de água, ainda está no local de prontidão. A utilização desse equipamento não foi necessário.
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