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Bebida mundial: entenda as características dos vinhos de cada país

Por Luisa Pereira

Da coluna Cultura
Artigo de responsabilidade do autor

Regiões diferentes do mundo produzem vinhos com características próprias

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ColunaCultura

A produção de vinhos depende de diversas nuances, como a região e os tipos de uvas. Os países diferem em suas produções. Há uma denominação que separa os vinhos do novo e do velho mundo, por exemplo. O velho mundo é representado principalmente pelos países europeus, que tem grandes países produtores como França, Itália, Portugal, Espanha e Alemanha. Já os do novo mundo vêm de outras regiões do planeta, como as Américas e a Oceania.


As características-chave dos vinhos do velho mundo são definidas por padrões de qualidade que levam em conta uma combinação de características do solo e do clima, bem como o trabalho do viticultor. Os vinhos do velho mundo são conhecidos por terem sabores intensos, acidez proeminente e complexidade de aromas. Na França, foi concebido o sistema de denominação baseado na origem.


Da França vêm as famosas regiões como Bordeaux, que apresenta tintos como Cabernet Sauvignon e Merlot, ou brandos como Sauvignon Blanc, Borgonha, que também dispõe de tintos, mas mais leves e sofisticados, Vale do Rhône, que apresenta vários tipos de uva como a Syrah, além de Champanhe, a região que pode dar o nome à bebida bastante conhecida.


Na Itália são conhecidas as regiões de Vêneto, com produção diversa, bem como Puglia e Piemonte. Na Espanha, Rioja produz vinhos tintos intensos, enquanto a Costa Mediterrânea apresenta a conhecida cava – espumante frutado. Na Alemanha, a maior região vinícola é Rheinhessen, que produz o tinto Dornfelder e os brancos Riesling e Rivaner. São diversas as regiões e os tipos de vinhos do velho mundo para serem explorados.


No novo mundo, a Austrália é conhecida por produzir vinhos com intensidade e aromas frutados e florais. Dos Estados Unidos, o principal foco de produção é a Califórnia, com grande variedade de uvas e, consequentemente, vinhos. Na América do Sul, o Chile e a Argentina são produtores tradicionais. Na Argentina, a região de Mendoza gera vinhos tintos aveludados e aromáticos, além de brancos, bem alcoólicos. O Chile, por sua vez, produz tintos encorpados e brancos produzidos na zona costeira.


Com grande variedade de vinhos de todos os lugares do mundo, o consumidor leigo pode ficar perdido entre tantos rótulos e opções. Pode ser interessante comprar um kit vinhos com uma seleção preestabelecida para saboreá-los. Outra opção é investir na harmonização e entender qual é o vinho ideal para ser consumido em um jantar ou uma ocasião especial em combinação com o alimento servido.

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