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Máscara para fazer exercício: saiba qual é o melhor modelo

Por Pérola Cattini

Da coluna Bem-Estar
Artigo de responsabilidade do autor

Especialistas afirmam que tecidos mais finos e maleáveis são mais confortáveis para a prática de esportes

Divulgação

ColunaBem-Estar

Na maioria dos estados brasileiros, parques e academias estão reabrindo e voltam a receber os amantes de atividades físicas depois de longos meses em casa. Muitos deles estão enfrentando um novo desafio, além do condicionamento físico mais fraco depois de uma quarentena sem exercícios: a dificuldade agora é o uso de máscara durante a prática de atividades.


Especialistas esclarecem que, para a prática de atividades que aumentam o consumo de oxigênio, como correr e andar de bicicleta, a característica principal que a máscara deve ter para não causar desconforto é a maior capacidade de troca de ar com o meio. Isto é, tecidos que permitam a respiração mais facilitada, além de ter o tamanho correto para não apertar o rosto nem se deslocar facilmente. Isso diminui a falta de ar e reduz a probabilidade do tecido e da pele ficarem molhados mais rapidamente.


Para a confecção desses itens, se destacam materiais como TNT – para o qual recomenda-se o descarte após o uso –, por conta de sua leveza e maleabilidade, e as PFF1, que por serem de tecido mais estruturado ficam longe da boca, oferecendo mais conforto.


Vale lembrar que o ideal é utilizar essas proteções em lugares arejados e sem aglomeração, porque as opções para esporte podem ser menos eficazes por conta da espessura mais fina, diferentemente dos equipamentos utilizados por médicos e enfermeiros, que são menos confortáveis, mas protegem mesmo com exposições mais severas ao vírus.


Marcas de máscaras para exercícios
Em busca de oferecer máscaras que se encaixem nestas especificações voltadas ao conforto, diversas marcas de vestimentas, roupas íntimas e, principalmente, artigos esportivos dedicaram parte de suas produções à proteção contra o coronavírus.


Uma delas foi a adidas, que lançou máscaras especiais para atividade física, com duas camadas de tecido maleável e elástico, para não restringir movimentos. Cada uma delas está sendo vendida por cerca de R$ 60.


A Poker, marca de equipamentos para esporte, também apostou nas máscaras. A opção da Poker custa R$ 19,90 e promete reduzir mais de 85% da atividade bacteriana durante até 40 lavagens, de acordo com o fabricante. O modelo ganha destaque por ter sido utilizado por jogadores do Grêmio durante alguns treinos.


A loja de roupas fitness também lançou máscaras. São três opções diferentes: duas mais simples, de camada dupla de tecido e elástico para as orelhas, no valor de R$ 19,90; a outra é pensada para atividades físicas pesadas e é feita de neoprene, poliéster e elastano, com ajuste para cabeça e filtro de carbono ativado, que evita a entrada de impurezas, como poluição e poeira. Porém o custo desta opção é dez vezes mais caro: R$ 199,90.

 

 

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