Os dirigentes da Santa Casa de Campo Grande e os secretários de saúde do estado e município se reuniram na tarde desta segunda-feira (09) na instituição para discutir sobre os repasses atrasados da prefeitura para a Santa Casa, que já somam mais de 12 milhões, assim como os 16,720 milhões relativos ao mês de fevereiro.
Estavam presentes o presidente da Santa Casa, Wilson Teslenco e o superintendente Roberto Madid, o secretário de saúde do estado, Nelson Tavares e o secretário de saúde do município Jamal Salem.
A reunião aconteceu em portas fechadas e ao final das discussões o superintendente da Santa Casa, Roberto Madid comentou sobre os assuntos acordados.
Segundo Madid, ficou conversado com o secretário Jamal o pagamento da dívida equivalente a dezembro de 2014 e janeiro de 2015, que somam 12,300 milhões, que deve ser passar pela aprovação do prefeito Gilmar Olarte, e realizado nos próximos dias. A data específica ainda não foi divulgada uma vez que depende do parecer do prefeito.
Ainda segundo o superintendente uma parte da verba equivalente ao pagamento de fevereiro, 10 milhões, foi antecipada pela prefeitura ainda no início da tarde, sendo transferida imediatamente para os funcionários, o que deu fim a paralisação que estava prevista para todo o dia.

Superintende da Santa Casa, Roberto Madid anuncia adiantamento de 10 milhões feitos na tarde desta segunda-feira
Foto: Deurico/Capital News
Ainda faltam 6,720 milhões do pagamento de fevereiro para serem transferidos, mas a prefeitura ainda está dentro do prazo, que é entre os dias 9 e 12 de cada mês. Sobre esse valor, o superintende afirmou que também já está acordado para que o repasse seja feito sem atrasos.
O secretário de saúde do município, Jamal Salem saiu da reunião sem dar entrevistas.
O secretário de saúde do estado, Nelson Tavares, explicou que participou da reunião para pensar numa soluação de longo prazo. Tavares ainda comentou sobre os investimentos que o Governo do Estado pretende fazer em todo o Mato Grosso do Sul e na própria unidade, focando sempre na regionalização da saúde, como defendida pelo governador Reinaldo Azambuja durante toda a sua campanha eleitoral.


