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Saúde Quinta-feira, 08 de Maio de 2014, 16:27 - A | A

Quinta-feira, 08 de Maio de 2014, 16h:27 - A | A

Ministro pede prazo para anunciar ajuda à Santa Casa

Samira Ayub - Capital News (www.capitalnews.com.br)

O presidente da Associação Beneficente de Campo Grande (ABCG), Wilson Teslenco, e o senador Waldemir Moka (PMDB) estiveram em Brasília, onde se reuniu com o ministro da Saúde, Arthur Chioro, nesta quinta-feira (8). Durante a reunião, o ministro afirmou que deve apresentar nos próximos dias um cronograma para liberação de recursos previstos em obras da Santa Casa.

A resposta do ministro se deu em função de pedidos feitos pela direção do hospital, que teve o senador peemedebista como interlocutor. Moka, que é médico e presidente da Comissão de Assuntos Sociais do Senado, disse que o documento traz preocupação em relação a duas obras paralisadas e a um convênio para a compra de equipamentos.

“Deixamos claro ao ministro que a Santa Casa de Campo Grande é muito importante para o Estado. Que os recursos previstos e represados por conta de vários fatores precisam ser liberados para que as obras voltem a andar. Ele (o ministro) nos disse que as demandas serão avaliadas”, declarou.

Um dos convênios foi assinado em 31/12/2011 com a Caixa e preve a reforma, avaliada em R$ 11,6 milhões, do prédio que abriga o hospital. A obra está licitada e só aguarda a liberação de parte dos recursos aprovados.

A reforma alcançará mais de 10 mil m2 do prédio, construído há 33 anos, abrangendo centro cirúrgico, oito unidades de internação, duas unidades para pacientes críticos (UTIs), central de material esterilizado e centro obstetrício.

Outro projeto paralisado no Ministério da Saúde preve a compra de equipamentos e material permanente para o hospital, estimada em R$ 7,5 milhões. São respiradores, monitores cardíacos, ventiladores, aparelhos de anestesia, perfuradoras ortopédicas e mobiliários diversos.

O terceiro item da pauta de reivindicação entregue ao ministro é a retomada das obras do Hospital do Trauma, cujo projeto original previu investimento de R$ 10,2 milhões, sendo R$ 7 milhões da União e R$ 3,2 milhões de contrapartida da Santa Casa.

 

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