Pensando na crise financeira da Santa Casa de Campo Grande e na possibilidade de atrasos salariais e demissões em massa, trabalhadores do hospital realizam na próxima sexta-feira (8) uma assembleia para discutir o futuro dos profissionais e posicionamento da prefeitura em relação aos problemas financeiros.
O impasse se deve a falta de acordo entre a Santa Casa e a prefeitura de Campo Grande, em relação ao repasse financeiro. A Prefeitura oferece 3 milhões enquanto a Santa Casa exige no mínimo R$ 4 milhões para dar continuidade aos atendimentos para a sociedade.
A expectativa é que audiência reúna mais de 2.000 profissionais na assembleia que foi convocada pelo SIEMS (Sindicato dos Profissionais da Área de Enfermagem de Mato Grosso do Sul), SINTESAÚDE/MS (Sindicato Intermunicipal dos Trabalhadores em Estabelecimentos de Serviços de Saúde de Mato Grosso do Sul) e SINTERMS (Sindicato dos Técnicos e Auxiliares em Radiologia em Empresas Públicas e Privadas no Estado de Mato Grosso do Sul).
O município busca parceria com o Estado para o repasse mensal de 1 milhão, somando o valor necessário para a sobrevivência do hospital. No entanto, informações recentes da Secretaria Estadual de Saúde, destacam que o governo solicita prazo de dois meses para firmar a parceria.

