Após a morte do músico Helton Sambrana Maia, de 29 anos com meningite bacteriana no último dia 14, a Santa Casa realizou na manhã desta quinta-feira (18), coletiva de imprensa para revelar que existem outros casos suspeitos de meningite no hospital.
A médica responsável pelo setor de infectologia do hospital, Priscila Alexandrino, revelou que três crianças (duas com quatro anos de idade e uma com um ano e quatro meses) estão internadas no hospital com suspeita de meningite. Entre as crianças, duas estão com suspeita do tipo viral e a terceira com suspeita do tipo bacteriana da doença.
Nesta semana, havia outra criança com suspeita da doença na Santa Casa. No domingo passado (14), o músico morreu vítima de meningite no hospital, às 1h32min. “Ainda não se confirmou se ele estava com a doença. Mas está garantido que não era H1N1”, contou Priscila.
Meningite é uma inflamação das membranas que revestem o encéfalo (parte do sistema nervoso contido no crânio) e a medula espinhal, e coloca em risco a vida do ser humano por estar próxima de região nobre do sistema nervoso central.
Fura fila
Quanto ao caso do funcionário que logrou o hospital, registrando o estrangeiro no pronto-socorro como se este morasse em sua casa, o diretor da Santa Casa Wilson Teslenco, afirmou que abrirá sindicância ainda hoje para apurar o caso. O funcionário, que foi dispensa, realizou outros casos idênticos, antes e... depois de demitido.
O diretor técnico da Santa Casa Luís Alberto Hinori Nakamura, afirmou na entrevista que uma operação desse porte pode custar, em hospitais particulares, aproximadamente R$ 40 mil.
Outra questão, revelada por Teslenco, é que o equipamento de radioterapia que o hospital aguarda para seu setor de oncologia, está dependendo de reunião com o Ministério da Educação (MEC).
Por último, Nakamura falou que as obras do tão aguardado Hospital do Trauma estão paradas, cujo era construído nas dependências da área da Santa Casa.
