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Rural Terça-feira, 08 de Setembro de 2015, 17:11 - A | A

Terça-feira, 08 de Setembro de 2015, 17h:11 - A | A

Febre Aftosa

Regiões de Fronteira e Planalto tem estratégia de vacinação igualada em MS

A nivelação da estratégia de vacinação da região de fronteira com a região do planalto só foi possível, graças ao bom resultado da eficiência vacinal

Myllena de Luca
Capital News

Divulgação

Regiões de Fronteira e Planalto tem estratégia de vacinação igualada em MS

Em Mato Grosso do Sul, os períodos oficiais de vacinação contra febre aftosa dividem o Estado em três regiões sanitárias distintas

A região de fronteira recebeu do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA) autorização para vacinar apenas os bovinos e bubalinos com até 24 meses de idade. A segunda etapa acontece em outubro e novembro. Foram oito anos ação realizando duas etapas de vacinação por ano contra a febre aftosa.


De acordo com o Diretor Presidente da Agência Estadual de Defesa Sanitária Animal e Vegetal (Iagro), Luciano Chiochetta, a nivelação da estratégia de vacinação da região de fronteira com a região do planalto só foi possível, graças ao bom resultado da eficiência vacinal, teste realizado pelo MAPA.


A lagro expediu parecer favorável à equiparação e fez o pedido ao MAPA que autorizou a mudança, a partir de uma solicitação da Federação da Agricultura e Pecuária de Mato Grosso do Sul (Famasul).
Apenas os períodos de vacinação não puderam ser igualados devido a um compromisso que o Mato Grosso do Sul cumpre com a Organização Mundial da Saúde Animal (OIE) de fiscalizar a vacinação contra febre aftosa em todo Estado. A portaria, publicada na terça-feira (8), destaca a continuação da obrigatoriedade da vacinação de todo rebanho bovino e bubalino na primeira etapa.


De acordo com assessoria, em Mato Grosso do Sul, os períodos oficiais de vacinação contra febre aftosa  dividem o Estado em três regiões sanitárias distintas que são a região 1, do planalto, a região 2, do Pantanal e a região 3, da fronteira.


Compõem a região 3, as propriedades de fronteira todo o território dos municípios de Antônio João, Japorã e Mundo Novo e parte dos municípios de Aral Moreira, Bela Vista, Caracol, Coronel Sapucaia, Paranhos, Ponta Porã, Porto Murtinho e Sete Quedas, conforme lista publicada naquela oportunidade com o nome das propriedades, seus proprietários e sua localização.


De acordo com a portaria,  região 2, do Pantanal, compreende os municípios de Corumbá, Ladário e em parte os municípios de Coxim, Miranda, Aquidauana, Porto Murtinho e Rio Verde de Mato Grosso. As propriedades sujeitas a inundações em determinadas épocas do ano em decorrência das cheias que prejudicam o acesso. A região 1, do Planalto, coube a adequação do restante dos municípios do Estado.


Na primeira etapa, onde é obrigatória a vacinação de todo o rebanho bovino e bubalino (de mamando a caducando), independente da idade, na região 1, a vacinação ocorre no período de 1º a 31 de maio e o registro da vacinação de 1º de maio a 15 de junho. Para a região 2 – onde existe a opção por ser aplicada a vacina na etapa de maio ou na etapa de novembro – no período de 1º de maio a 15 de junho deve ser realizada a vacinação e de 1º de maio a 30 de junho o registro e, para a região 3, o período de 1º de abril a 15 de maio deve ser realizada a vacinação e no período de 1º de abril a 30 de maio o registro.

Divulgação

A Agência Estadual de DefeDeflagrou operação preventiva na fronteira de Mato Grosso do Sul contra a aftosa

 


Para a segunda etapa da vacinação – de novembro – a região 1, aplica a vacina de 1º a 30 de novembro e tem de 1º de novembro a 15 de dezembro para o registro. A região 2 vacina de 1º de novembro a 15 de dezembro e registra de 1º de novembro a 30 de dezembro. A região 3, pode vacinar de 1º de outubro a 15 de novembro, registrando a vacinação de 1º de outubro a 30 de novembro.


A portaria prevê ainda a possibilidade de antecipação da vacinação contra febre aftosa, até 15 dias do início das campanhas, observando que o pedido pode ser feito através de requerimento enviado a Divisão de Defesa Sanitária Animal da IAGRO – DDSA, juntamente com o parecer favorável do Inspetor Local e finaliza lembrando que é proibida a vacinação de suínos, ovinos e caprinos contra febre aftosa.

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