O decreto do presidente Luis Inácio Lula da Silva, que institui o Plano Nacional de Direitos Humanos não agradou a Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), que acredita que o programa prejudica os proprietários de terras, além de discriminar o setor.
O programa orienta as políticas públicas na área e questiona o modelo tradicional de produção do agronegócio. Uma das diretrizes é que mediação de conflitos agrários é de responsabilidade dos Ministérios da Justiça e do Desenvolvimento Agrário.
Para a presidente da CNA, senadora Kátia Abreu, o governo excluiu o Ministério da Agricultura da discussão e implantação do Plano, além de estimular as invasões de terra. Ela pediu que Lula volte a atrás. (com informações do canal rural)
Por: Nadia Nadalon-estagiária (www.capitalnews.com.br)
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