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Presidente do Senado defende sustentabilidade do agronegócio brasileiro

Discurso foi feito durante seminário em Lisboa, Portugal,

Silvio Ferreira
Capital News

Reprodução/TV Senado

Presidente do Senado defende sustentabilidade do agronegócio brasileiro

Pacheco defendeu sustentabilidade do agronegócio brasileiro durante o “Seminário Agronegócio Sustentável no Brasil e Mostra da Economia Criativa na Amazônia”, promovido pela Câmara, Senado e Apex-BR em Lisboa, Portugal

Durante o “Seminário Agronegócio Sustentável no Brasil e Mostra da Economia Criativa na Amazônia”, promovido pela Câmara, Senado e Apex-BR em Lisboa, Portugal, o presidente do Senado Rodrigo Pacheco defendeu que há uma conscientização absoluta do setor do agronegócio em relação à importância de se preservar o meio-ambiente. “Se há algo que o Brasil aprendeu a fazer e faz bem é o agronegócio. E nós temos que tomar muito cuidado com as afirmações, com as iniciativas, que por vezes desprestigiam aquilo de positivo que nós temos no Brasil. E o agronegócio é algo muito positivo no país que deve ser destacado. E vejo com muita nitidez e com muita clareza: uma conscientização absoluta do setor em relação à importância de se preservar o meio-ambiente e da absoluta compatibilização desses dois valores: a boa e a alta produtividade com a preservação ambiental”, declarou o senador. Pacheco ainda lembrou que países que cobram o Brasil constantemente sobre suas políticas ambientais, precisam fazer a parte deles também, cumprindo promessas de investimentos ambientais na Amazônia já alardeadas por estes países em outros eventos internacionais. “Investimentos fixados na ordem de US$ 100 bilhões, por ano, a países em desenvolvimento. Porque não se exige filantropia, ajuda, mas uma compensação mundial histórica em razão de uma grande evolução dos países desenvolvidos, que desmataram as suas florestas, que buscaram o desenvolvimento, que buscaram aumentar o PIB. E no momento, em que outros países buscam o seu desenvolvimento para a melhora da qualidade de vida de si próprios, é preciso haver essa compensação global entre países desenvolvidos e países em desenvolvimento, porque pertencemos a um só planeta. Somos todos partes da solução do problema desse planeta.”

O presidente afirmou ainda que o desmatamento ilegal não se resolve apenas com maior policiamento: “Fazendo uma analogia ao crime tradicional, quando me refiro ao desmatamento ilegal das nossas florestas: o crime não se resolve só com o maior policiamento, ele não se resolve só com o encarceramento daqueles que são seus autores. Enquanto não houver uma mobilização das comunidades, muitas delas pobres, que têm dificuldade inclusive de própria subsistência, subsistência da família. Enquanto não houver o estímulo para que essas pessoas por si sejam remuneradas para poder preservar esse ativo e possam sobreviver da floresta, entendendo que mais vale a floresta em pé do que a floresta deitada, nós não teremos uma solução eficaz do problema do desmatamento ilegal no Brasil”, argumentou o presidente do Senado.

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